9 filmes que não são de Natal, mas lembram o Natal

Telma Rosário – “Harry Potter e a Pedra Filosofal”

Queres algo que desperte o teu espírito natalício? Nada melhor que o natal de Hogwarts!
O primeiro filme da mítica saga Harry Potter é perfeito para ver na noite da véspera de Natal. Tem de tudo um pouco: ação, drama e, acima de tudo, muita magia! Atreve-te a conhecer o primeiro filme, ou, quem sabe, talvez todos, da magnífica e viciante saga do mundo da feitiçaria.

 

Rafael Correia – “À Procura de Nemo”

Para mim, o filme que me lembra sempre o Natal é o À Procura do Nemo. Pode parecer um pouco estranho, mas lembro-me de vê-lo nesta época quando era pequeno. Todas as vezes que recordo essa experiência, voam pela minha memória diversas recordações natalinas. Desde aquele anseio por abrir prendas até aos convívios de família. O filme leva-me a alcançar a nostalgia do Natal e da minha infância. Posso ver o filme, mas não me recordo do Natal. Mas basta pensar nele, a partir de Setembro, para as memórias fluírem.

 

Cláudia Silva – “Shrek”

Uma amizade improvável, um amor inesperado e uma história inesquecível. É este o resultado final quando se junta um ogre maldisposto a um burro que fala e a uma princesa misteriosa. Para aqueles que gostam de fugir aos clássicos de Natal, Shrek pode muito bem ser a opção perfeita. É um filme que nos relembra a importância da beleza interior, o valor da amizade e o significado de família, sempre com muito humor à mistura.

André Medina – “Nightmare Before Christmas”

O Natal representa uma das alturas mais mágicas e fantásticas do ano, com toda a sua música e encanto. E, apesar de ser uma das minhas épocas festivas preferidas, é ultrapassada pelo Halloween, época que eu mais adoro no ano. Desta forma, sempre que chegamos à semana antes do Natal, vejo sempre um filme que me ajude a entrar no espírito natalício, mas que também mantenha sempre aquele lado assustadiço do Halloween. E é aí que entra Nightmare Before Christmas, clássico de Tim Burton. No seu próprio jeito, o realizador conseguiu, de uma forma fantástica, reunir as minhas épocas preferidas do ano numa só película, e agora é o filme que obrigatoriamente tenho de ver todos os anos, quer pelo Halloween, quer pelo Natal.

 

Sara Tomé – “The Santa Clause”

A trilogia que começou em 1994 e tem contado com Tim Allen como personagem principal preenchia as minhas pequenas medidas. Entre sarilhos e piadas, a verdade é que Tim Allen me conseguia deixar sempre colada à televisão, principalmente se o que passava era o The Santa Clause 2. Esta trilogia quase se compara aos filmes Home Alone. Têm um enredo extremamente familiar, mas chega para todos engraçarem com eles. Ainda hoje, uma maratona desta trilogia não pode faltar na noite de Natal.

 

Guilherme Freitas – “The Hobbit”

Não vou singularizar qualquer um dos três filmes que compõem a desnecessária, mas, ainda assim, entusiasmante trilogia de Peter Jackson, baseada na obra de J.R.R. Tolkien. Destaco todos de uma só vez, já que fizeram parte de uma das minhas poucas, mas mais marcantes, tradições natalícias – a ida ao cinema – entre 2012 e 2014. Foi a única oportunidade que tive de ver o elenco do épico Senhor dos Anéis em ação no grande ecrã e que me fizeram render em fascínio ao universo criado por Tolkien. O grande twist: até 2012 nunca vira Senhor dos Anéis, nem tinha pegado em nenhum dos livros. Graças a The Hobbit, tornei-me num ser mais completo (e decente, se puder afirmar) a nível cultural, pelo que será para sempre o filme que mais associarei a esta quadra.

João Tomé – Love Actually

A minha escolha de filme natalício é o Love Actually (O Amor Acontece). Desde o elenco, que conta com nomes como Colin Firth, Hugh Grant, Liam Neeson, Rowan Atkinson, Alan Rickman ou Keira Knightley até ao enredo, este filme é o meu conselho cinematográfico para esta época.

Já a história é bastante simples ― o filme segue as vidas de oito casais muito diferentes que se vão inter-relacionando, tendo como pano de fundo a época natalícia. É um filme que recomendo e que não tens desculpa para não ver (pois passa sempre na televisão, no Natal).

 

Manon Abrantes – “The Polar Express”

Natal que é Natal tem de ter… The Polar Express! Apesar de já ter escrito aqui sobre este filme, não posso deixar de recomendá-lo. Este filme de animação conta a história de um rapaz que embarca, na véspera de Natal, num comboio rumo ao Polo Norte. Pelo caminho arranja sarilhos, faz novos amigos e conhece o mítico Pai Natal. Ou será que não passa tudo de um sonho?

The Polar Express é um lembrete anual da verdadeira magia natalícia e dos valores que inspiram esta época, como a partilha, a amizade, a família e o amor. Sem dúvida, um filme a (re)ver! Bónus: Tom Hanks dá voz a seis personagens diferentes!

Soraia Amarelinho – A trilogia do Senhor dos Anéis

Não é propriamente um filme natalício, mas faz parte do meu Natal. Em 2001 fui ver o primeiro filme ao cinema, nesta altura. Fiquei a pensar nele durante semanas! Nos dois anos seguintes, contava os meses para o Natal não só pelas prendas, mas porque sabia que estreava um novo filme da trilogia. Depois começaram a passar na televisão sempre na época natalícia e tornou-se uma tradição: no Natal faz-se uma maratona de Senhor dos Anéis.

 

Autor
André Medina

Num universo tão vasto como o nosso, quantas são as pessoas que são açorianas (micaelenses), ouvem música todos os dias, não falham um jogo do Sporting, leem livros e veem wrestling? Algumas, reconheço. Mas a pessoa que está a redigir este pequeno texto introdutório chama-se André Medina, tem 20 anos e, há dois anos, embarcou na maior aventura da sua vida. Sair de casa nunca é fácil, e fazê-lo quando não se sabe cozinhar nem dobrar roupa é ainda mais complicado. Mas, muitas saladas de atum, pizzas do Pingo Doce e noodles depois, aqui estou eu: vivo e no último ano do curso de Jornalismo. E, em jeito de recompensa por ter sobrevivido a estes duros anos, tive o privilégio de poder ser o primeiro editor da secção de Deporto na MAGAZINE. Eu, uma pessoa que ainda não sabe dobrar uma t-shirt como deve ser. De qualquer forma, espero poder retribuir a confiança depositada em mim e quero que todos se sintam bem-vindos a esta escola e a este magnífico projeto, que é a nossa querida ESCS MAGAZINE.

 

 

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