Agenda Cultural

Abril chega e, com ele, o sol quente e os dias mais longos. Por isso, o mínimo que podes fazer é sair e ir ver coisas. Há tanto por onde escolher. A tua magazine não te deixa sozinho e dá-te umas dicas!

Assiste a «Loucos por Amor», até ao dia 16 de abril, no Comuna Teatro de Pesquisa. Com Orlando Costa, João Catarré, Iolanda Laranjeiro e Frederico Amaral a compor o elenco, esta é uma peça que promete fazer-nos pensar em conceitos como a família, a traição e a dependência.

Apressa-te. Até ao dia 9 de abril, podes visitar «Lick My Legs», na Shiki Miki Gallery, na Rua do Conde, em Lisboa. «Lick My Legs» é a exposição do cru, do que incomoda; trata-se de uma «celebração do selvagem e do poder infinito do subconsciente». Vais mesmo querer perder?

Ainda até ao dia 9, podes rumar ao Teatro Nacional Dona Maria II e assistir ao «Ensaio para uma Cartografia», de Monica Calle. Entre quarta-feira e domingo, em diferentes horários, podes ser testemunha de um espetáculo de dança por parte de 12 atrizes, «a partir dos ensaios de orquestra de grandes maestros e dos movimentos de ballet clássico».

Qual é, afinal, a diferença entre uma obra de arte e um objeto utilitário? Felipe Pantone reflete sobre isto em «Artifact to Human Communication». Patente na Underdogs Gallery, até ao dia 22 de abril, a exposição é composta por peças que nos obrigam a parar. Curioso?

Se não gostas de perder pitada do que se faz na área da pintura, visita «Ressonância: da voz e dos ecos», no centro de exposições da Fundação Champalimaud, em Lisboa. Composta por uma centena de obras da autoria da pintora Graça Morais, esta é uma exposição onde podes sentir influências da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA.

E, se estiveres junto à Sé de Lisboa a aproveitar o sol, passa n’A Arte da Terra e visita a exposição «Poemas de Terra». Até ao dia 30 de abril, João Gomes apresenta cerca de duas dezenas de obras em cerâmica – «sim, porque mesmo o que parece madeira, ou ferro… é cerâmica».

Mas, se queres conhecer «Mário Cesariny: De cor e salteado», tens de passar no Centro Cultural de Belém. Isto porque, até ao dia 17 de abril, vão estar expostas mais de trinta obras de arte da coleção do pintor e poeta surrealista. A exposição consta de um programa de diferentes iniciativas que visam assinalar os dez anos da morte de Cesariny.

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