Billboard: Women in Music

O evento Women In Music da Billboard teve lugar no passado dia 30 de novembro no Hollywood & Highland Center, na Califórnia. Selena Gomez levou para casa a principal distinçãoa noite, Mulher do Ano.

Desde 2007, a Billboard destaca as mulheres que marcaram diferença na música, tanto pelo seu trabalho e sucesso como pelas gerações femininas que inspiram. No ano de 2016, Madonna foi eleita Mulher do Ano, mas desta vez quem teve direito à glória foi a cantora norte-americana Selena Gomez: entre inúmeros êxitos lançados, ter sido produtora executiva da série 13 Reasons Why e estar na capa na revista Time: Mulheres que estão a mudar o mundo, a cantora revelou ser a mulher mais irreverente de 2017.

Entre as mais variadas distinções, é necessário destacar o Impact Award, atribuído a Solange Knowles; Mary J.Blige foi considerada o ícone do ano; e a artista Kelly Clarkson foi para casa com o prémio Powerhouse.

A cerimónia contou ainda com atuações brilhantes de Grace Vanderwaal, Kehlani, Camila Cabello e ainda Kelly Clarkson e discursos inspiradores que levaram alguns dos convidados a lágrimas.

“Agora, mais do que nunca, depende de cada um de nós criarmos a próxima geração de líderes femininas para que, nos futuros eventos da Women in Music, as próximas executivas do ano se levantem e agradeçam a uma mulher por ter sido sua mentora!”, exclamou Julie Greenwal, distinguida com Executive of the Year pelo seu trabalho na Atlantic.

Desde fãs nas redes sociais às antoras nomeadas e aos homens que estavam presentes, como Ed Sheeran e Pharrell Williams, reconhecem que este ano tem sido importante para as mulheres da música: não só no lançamento de músicas e álbuns, mas também de campanhas e movimentos feministas.

É inegável a importância de eventos como estes, onde existe uma clara união entre mulheres, sem rivalidades, pois, estão unidas com um único objetivo: celebrar os sucessos femininos.

Em tempos em que a violência e a hostilidade para com as mulheres estão tão inerentes, não só na esfera musical, mas também na sociedade atual, Women In Music é apenas o começo. A presença de artistas masculinos no evento reforça a ideia de que esta luta não pode passar apenas pelas mulheres, mas também pelos homens. Mulheres que assumem cargos de liderança em empresas predominantemente dominadas por homens quebram os estereótipos incutidos numa cultura, não só norte-americana mas mundial, misógina, logo devem ser tomadas como exemplo para gerações futuras.

Além do mais, esta cerimónia demonstra a bela arte que é a música e como esta funciona como um modo de reivindicar direitos humanos.

Here’s to the strong women. May we know them. May we be them. May we raise them.

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