Do mundo para a ESCS: Sandra Reboreda

Em Lisboa, desde setembro do ano passado, Sandra Reboreda saiu de Mondariz, a cidade espanhola onde nasceu, e rumou à capital portuguesa. Para trás ficou a Universidade de Santiago de Compostela. Numa pequena entrevista revelou-nos um pouco da sua jornada na ESCS, da estada em Lisboa e não deixou de dar alguns conselhos aos futuros candidatos a Erasmus!

Por que razão escolheste a ESCS?
Na verdade, não foi bem escolher a ESCS. Primeiro escolhi o país, depois a cidade e finalmente a ESCS porque era a única instituição que tinha acordo com a minha universidade. Escolher Portugal foi fácil porque gosto do país desde pequena e tem a vantagem de ser vizinho de Espanha.

Como está a ser a tua experiência em Lisboa? E na ESCS?
A experiência está a ser muito enriquecedora em todos os aspetos, sobretudo a nível pessoal. Escolhi Lisboa por ser a capital, mas acabei por descobri que é muito mais do que isso. Na verdade, já cá tinha estado, só que não me lembrava de Lisboa tão bonita… Há sempre coisas novas para fazer, espaços para descobrir, mas aquilo de que gosto mais é a sua multiculturalidade. Em relação à ESCS só posso dizer coisas positivas: o acolhimento foi ótimo por parte de todos; a dinâmica de ensino é muito melhor do que a da minha universidade; as aulas têm uma grande componente prática; estou a aprender imenso e de forma eficaz.

Como foi a mudança do teu país para outro?
Em termos espaciais, não notei grande diferença. Nasci na Galiza e vivo numa pequena vila, perto da fronteira norte com Portugal, por isso sempre estive em contacto com a cultura e o povo portugueses. A nível pessoal foi um pouco mais difícil, sobretudo no início, porque tive de deixar a minha família e os meus amigos.

Costuma dizer-se que Portugal e Espanha são “países irmãos” e as diferenças são poucas. É verdade?
As diferenças são muito escassas pois são ambos países europeus em pleno século XXI, mas cada um tem as suas caraterísticas. A nível cultural, tendo em conta a minha origem e as comparações que tenho vindo a fazer, posso afirmar que são “países irmãos”.

Fala-nos dos teus três sítios favoritos em Lisboa.
Não consigo escolher um sítio em concreto. Gosto da cidade em geral e, como em todas, tem lugares mais ou menos bonitos que a tornam especial num todo. Por exemplo, gosto muito de passear pelo centro, pela praia ou pelos miradouros.

Que conselhos podes dar para quem está a pensar fazer Erasmus?
O primeiro conselho é: se não estão a pensar em fazer, não o façam! É uma experiência única que tem de ser verdadeiramente vivida. Dá-te mais independência enquanto estudante, mas sobretudo enquanto pessoa. É uma decisão que não é difícil de tomar, praticamente não tem aspetos negativos.

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