Jornalismo Desportivo no Feminino

Século XXI e uma sociedade em constante desenvolvimento. Mudam-se os tempos e tendem a mudar-se as mentalidades. Os machismos e os feminismos colocam-se de parte em busca de uma igualdade de oportunidades para todos/as.

Na última década têm-se assistido a uma mudança nos ventos naquilo que ao jornalismo desportivo diz respeito.

São cada vez mais as jovens jornalistas que procuram o seu lugar ao sol, num panorama anteriormente dominado pelo sexo masculino. Seja como jornalistas de redação, repórteres ou pivots, a presença feminina tem vindo a reclamar o seu lugar.

A verdade é que tanto homens como mulheres receberam o mesmo género de formação na área e são, por isso, em teoria, igualmente qualificados para o trabalho. Para além disso, tende-se a desmistificar o mito de que as mulheres não sabem apreciar futebol, não entendem as regras e só vão aos estádios para apreciar os jogadores e acompanhar maridos e namorados.

Tal como existem homens que não estão nem aí para o desporto rei, existem mulheres que não perdem uma partida do seu clube favorito. Nessa ordem de ideias, as jornalistas têm a mesma capacidade de serem especializadas em desporto, como em finanças ou política.

É importante entender que, como tudo na vida, não se deve estereotipar as pessoas, seja pelo sexo ou por aquilo que é suposto serem. É crucial dar cabo das caixas em que a sociedade nos quer inserir e fazer aquilo de que mais gostamos e em que somos melhores. Se for para uma mulher escrever uma notícia sobre o último jogo derby de Lisboa ou para um homem escrever sobre o último desfile da Chanel, assim seja.

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