Knockout Geral no Coliseu

Foi um coliseu bem composto que recebeu o último concerto de Rumble In The Jungle, a digressão conjunta de The Legendary Tigerman e Linda Martini.

 

Depois de esgotarem várias salas pelo país fora, chegava a altura de terminar o combate, na sala mais emblemática de Lisboa, o Coliseu. A noite fria não serviu de desculpa para as centenas de pessoas que compunham a sala do Coliseu (que mesmo não estando esgotada, perto disso esteve). Afinal de contas, não há melhor aquecedor que este calor do Rock N’Roll.

The Legendary Tigerman abriram as hostes. Paulo Furtado e companhia apresentaram novas músicas do mais recente álbum Misfit que saiu no passado dia  15 de dezembro nas plataformas de streaming.

Foram misturando o novo e o antigo na setlist, e misturando bandas, pois foram várias as vezes em que membros dos Linda Martini subiram ao palco para “ajudar” à festa.

Foi com 21st Century Rock N Roll que a banda terminou a noite e Paulo Furtado – bem como o resto da banda – deram tudo no chão, na guitarra, até em cima da bateria de Paulo Segadães, em total comunhão com o público. Terminava assim o primeiro round.

 

Uns minutos para recuperar o folgo, ver as novidades no Facebook, e para troca de material no palco

 

Depois foi a vez dos Linda Martini subirem ao ringue: Panteão deu início ao segundo e último round da noite. Com disco novo previsto para o próximo mês de Fevereiro, a banda de André Henriques, Cláudia Guerreiro, Pedro Geraldes e Hélio Morais, mostrou novos temas e deixou bons sinais para o álbum que aí vem. Também aqui houve sempre a ajuda dos membros dos The Legendary Tigerman.

A noite terminou com Gravidade, o single de avanço do novo álbum, a ser gritada a plenos pulmões pelos presentes no coliseu.

 

 

O rock português está vivo e recomenda-se. Se dúvidas houvessem, esta noite quente no coliseu tratou de as dissipar.

Autor
Bruno Andrónico

Estudante de Audiovisual e Multimédia, amante de rádio e viciado em Coca-Cola. Escreve ocasionalmente para aliviar o stress. Só experimentou a ESCS Magazine no 2° ano, mas escreveu, gostou e ficou por cá.

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