Literatura

Meses Temáticos – Janeiro de 2017

Os livros de aventura são sempre entusiasmantes e cheios de suspense. Para te darmos um pouco desse suspense e dessa aventura, a secção de literatura dá-te algumas dicas de (grandes) livros de aventuras para leres nas férias que se avizinham! Não deixes de espreitar as nossas escolhas e deixa-te inspirar!

Madalena Costa – Maze Runner: Correr ou Morrermr1
Apenas li este livro depois de ter visto o filme, sou sincera. O que contribuiu para que eu lesse este livro foi toda a aventura, o suspense, a surpresa, o mistério que o filme me deu. Tanto o livro como o filme contam a história de Thomas, um rapaz que chega a uma clareira através de um elevador. Apenas sabe o seu nome e não conhece ninguém que está na clareira nem o que lá está a fazer. No fim desse dia, aquele lugar recebe um novo visitante – a chegada da primeira e única rapariga, que traz uma mensagem que irá mudar todas as regras do jogo.
Ao ler o livro, nós, leitores, sentimo-nos exatamente no lugar do Thomas e começamos a questionarmo-nos sobre o que faríamos se estivéssemos no seu lugar. Para mim, este é um dos filmes que se encaixa na perfeição na categoria de “Aventura” por todas as emoções que desperta no leitor.

Duarte Pagou
O meu livro de aventuras preferido terá de ser (excluindo a pinoqsaga Harry Potter por razões óbvias) “As Aventuras de Pinóquio”, de Carlo Collodi. É um livro simplesmente encantador e mágico, que nos conta as aventuras do famoso boneco de madeira e a sua jornada até se tornar num “menino de verdade”. Uma narrativa deliciosa e cativante que representou a minha incursão num livro “grande”, aos meus sete anos de idade. Em “As Aventuras de Pinóquio”, acompanhamos Pinóquio, Gepetto, o Grilo Falante e muitas outras personagens enquanto viajam por circos ambulantes e barrigas de grandes baleias.

Maria Moreira Rato – Quero ser escritora
Talvez algumas pessoas não o queroserinserissem no género de aventura mas, para mim, “Quero Ser Escritora” de Paola Zannoner é, sem dúvida alguma, um dos meus livros prediletos. Ao narrar as peripécias de Mia, rapariga de 13 anos que explica as melhores formas de escrever uma história aos leitores, evocando as passagens do seu diário de infância, a escritora italiana foi capaz de me cativar desde a primeira página.
Para além disso, e apesar de o ter lido há alguns anos, temi que o seu registo fosse pueril – contudo, surpreendi-me, pois Mia acaba por ser uma personagem que, estando no início da adolescência, já demonstra uma maturidade e uma vocação para a escrita impressionantes, fatores que me inspiraram profundamente e me fizeram querer escrever cada vez mais e melhor.

Manon Abrantes – O Cálice de fogo
Gosto de muitos livros de aventura, mas penso que a minha escolha recai em “Harry Potter e o hpCálice de Fogo” de J.K. Rowling. Sou fã da saga, mais das obras dos que dos filmes, mas o quarto livro é, sem dúvida, o meu favorito. Surge uma imensidade de personagens e aventuras novas que o distingue dos outros livros. É também a partir daqui que, para mim, a história começa a ganhar um caráter mais adulto, mais intenso e mais sombrio. Uma das personagens mais engraçadas da saga que emergem neste livro é a elfo Winky, amiga do já conhecido Dobby. Confesso que, apesar de ser uma personagem secundária, sempre considerei a Winky namorada do Dobby e o facto de esta nunca ter chegado a aparecer nos filmes fez-me valorizar ainda mais a sua presença na história, algo que só posso recordar através deste livro. Enfim…Apercebi-me agora de que escolher o livro de aventura preferido é uma tarefa quase impossível…e injusta!

Madalena Rodrigues – As Aventuras de Tin Tin: O Lótus Azultintin
Neste livro de banda desenhada, uma continuação do livro “Charutos de Faraó” de Hergé, temos o prazer de ler sobre mais uma das aventuras de Tin Tin pelas terras asiáticas. Para além de expor culturas diferentes da ocidental europeia do inicio do séc. XX, é de notar o amplo leque de factos geográficos e demográficos que tem por trás um excelente trabalho de investigação. A ação toma lugar na Índia, onde um mensageiro chinês, que se dirigia a Tin Tin, acaba por ser alvejado por uma flecha envenenada, acabando apenas por conseguir ditar o nome «Mitsuhirato». Face ao sucedido, o jovem repórter parte em busca do indivíduo referido pelo mensageiro e embarca numa aventura que é, considerada por muitos críticos e leitores, uma das mais belas histórias de Hergé.

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