Metro de Lisboa cresce até 2022, com mais para vir

Estão prometidas mudanças no Metro de Lisboa. Serão construídas duas novas estações (em Santos e na Estrela), alterando a organização das linhas. O prometido prolongamento da linha vermelha até ao Campo de Ourique, por outro lado, fica à espera de financiamento.

As novas estações estarão prontas até 2021 ou no inicio de 2022, ligando o Rato ao Cais do Sodré, de forma a tornar a linha verde circular. Esta alteração reduz a linha amarela à ligação de Telheiras a Odivelas. As estações da Estrela e de Santos estão planeadas, respetivamente para a Calçada da Estrela e para junto ao edifício do Batalhão dos Sapadores de Lisboa.

A extensão deverá custar cerca de 216 milhões de euros, a que se juntam outros 50 milhões para a aquisição de novas carruagens. O financiamento é comparticipado por fundo europeus e por empréstimos do Banco Europeu para o Investimento. O concurso para as empreitadas será lançado durante o segundo semestre de 2018, permitindo o início da construção ainda em 2019.

Já a partir de 19 de julho a estação de Arroios, na linha verde, estará encerrada para ampliação durante 18 meses. Após a adaptação será possível a circulação de composições de seis carruagens ao longo de toda a linha.

A prevista expansão da linha vermelha, por outro lado, continua à espera de financiamento. A construção das estações de Amoreiras e de Campo de Ourique custaria cerca de 186,5 milhões de euros. O valor é proibitivo, obrigando a que se espere por novos fundos comunitários após 2020.

Em paralelo, várias estações serão remodeladas, com melhorias nas acessibilidade (Colégio Militar/Luz), escadas rolantes (Baixa-Chiado), superestrutura (Olivais) ou no átrio (Areeiro).

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