A literatura infantil desempenha um papel primordial na formação do hábito literário, especialmente durante os primeiros anos da infância, período em que a imaginação, a linguagem e a sensibilidade estão em desenvolvimento intenso.
Os podcasts são um formato em ascensão. Cada vez mais pessoas se interessam por programas dos mais variados temas, o que os tornou um fenómeno global, tão presente na vida das pessoas como a rádio ou a música.
Existe um hábito muito enraizado nas nossas estantes: a esmagadora maioria dos livros que consumimos pertence ao eixo norte-americano ou europeu. Durante décadas, a regra literária “tradicional” formou-se em torno destas geografias. No entanto, o mercado editorial contemporâneo tem vindo a descentralizar esta realidade, provando que a literatura de excelência se produz em todas as latitudes.
Apesar da sua aparência banal, George Orwell não teve nada de banal na sua vida: perseguiu pessoas na floresta Indo-Burma, levou um tiro na garganta durante a Guerra Civil Espanhola e viveu como um sem-abrigo durante anos por escolha própria.
Sendo o ato de ler um dos instrumentos essenciais para a construção do conhecimento de cada indivíduo, ampliando o seu entendimento do mundo e estimulando a reflexão crítica, o género poético é o caminho para a construção de um conhecimento mais profundo e ainda mais reflexivo, uma vez que o incentivo à leitura da poesia potencia a criatividade e incentiva a busca pela identidade.
No Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a ESCS Magazine recebeu Patrícia Rodrigues para uma Talk sobre escrita, criatividade e publicação no Foyer -1 da Escola Superior de Comunicação Social. A conversa foi conduzida por mim, Maria Rita Silva, e pela minha colega Sofia Silva, num ambiente descontraído, onde a autora falou sobre o seu percurso pessoal e literário.
Para celebrar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a ESCS Magazine esteve à conversa com as autoras de Uma Aventura, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada: duas autoras que fomentam a sua paixão pela língua portuguesa ao levá-la aos mais novos através da literatura.
Vivemos num mundo cada vez mais acelerado e digital, em que a novidade rapidamente se transforma em esquecimento. Ainda assim,
Se é verdade que há uns anos o livro era a expressão da alma do autor, hoje vê-se um fenómeno
Sou daquelas leitoras que, se estiver entusiasmada com um livro, posso tanto devorá-lo ou lê-lo mais devagar para o saborear.
