Síntese do mês de março

Limpeza das florestas: Governo adiou até junho a aplicação de multas

O executivo de António Costa decidiu adiar a aplicação de coimas de forma a dar um prazo mais alargado para que proprietários de terrenos possam fazer uma limpeza melhor. A medida já tinha sido pedida pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Em causa está a tentativa do governo de minorar os efeitos de possíveis incêndios florestais este verão ― recorde-se que em 2017 mais de 100 pessoas morreram em consequência de vários incêndios florestais. Segundo um relatório encomendado pelo governo, a falta de uma limpeza correta dos terrenos é uma das principais causas de incêndios em Portugal.

 

Governo Britânico suspeita de mão do Kremlin em envenenamento de espião

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, acusou o Presidente russo, Vladimir Putin, de ter ordenado o assassínio do antigo espião Sergei Skripal: “A nossa disputa é com o Kremlin de Putin e com a sua decisão. Achamos que é altamente provável que tenha sido decisão sua usar um agente neurotóxico nas ruas do Reino Unido, nas ruas da Europa, pela primeira vez desde a II Guerra Mundial”, afirmou Johnson.

De referir que vários países da UE, no qual Portugal não se inclui, decidiram a expulsão de diplomatas russos como forma de resposta ao caso de Skripal. Em resposta, o governo Russo agiu da mesma forma.  O secretário Geral das Nações Unidas, António Guterres, considera a crise diplomática entre Ocidente e Rússia muito “similar ao período de guerra fria” vivido em grande parte da segunda metade do século XX e pediu ações que retomem um diálogo estável.   

 

Radical islâmico faz três mortos e vários feridos antes de ser abatido

Na manhã de sexta-feira, dia 23 de Março, um atirador radical islâmico sequestrou várias pessoas num supermercado em Trèbes, no sudoeste de França. O atacante matou três pessoas e deixou vários feridos antes de ser abatido pelas autoridades. A caminho do supermercado, o atirador tinha roubado um carro em Carcassone, ferindo o condutor e matando o passageiro, disparando depois sobre um grupo de quatro polícias enquanto guiava.

O atacante afirmou estar a agir em nome do grupo terrorista do Estado Islâmico, entrou no supermercado a gritar “Allah Akbar”, a dizer que iria matar toda a gente e vingar os “irmãos da Síria”, segundo a comunicação social local. Tanto o Presidente francês, Emanuel Macron, e o Primeiro Ministro, Édouard Philippe, indicaram tratar-se de um ataque terrorista em solo francês.

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