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    “Portugal e Espanha não têm noção das vantagens do ensino vocacional”

    A chanceler alemã Ângela Merkel garantiu, esta terça-feira, que em países como Portugal e Espanha, onde o número de licenciados é demasiado elevado, os cidadãos tendem a não valorizar o ensino vocacional e a remetê-lo para um plano secundário. Numa reunião da confederação das associações patronais daquele país, a líder da Alemanha afirmou que em países como os da Península Ibérica se deve apostar em tentar quebrar a crença de que os estudos universitários são algo que conduz os estudantes a posições de destaque nas diferentes carreiras. Isto porque se os estudantes perceberem que há mais opções — muito mais viáveis — para além da universidade, vão apostar no ensino…