Uma viagem musical pelo mundo

A 21ª edição do Tuna M’Isto marcou lugar nos passados dias 12 e 13 de maio, convidando todos os escsianos a fazerem as malas e partirem para uma viagem musical.

Fotografia: Mariana Cabecinha

As tunas convidadas foram a ForTuna, a Tuna Económicas, TMist e a Magna Tuna ApocalISCPSiana, que fazem parte da Nova School of Business and Economics, do Instituto Superior de Economia e Gestão, do Instituto Superior Técnico, e do ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), respetivamente.

No primeiro dia de festival, o Salão Nobre do Instituto Politécnico de Lisboa recebeu a Noite de Serenatas, pelas 21h30. No dia 13, o encontro estava marcado no Auditório Vítor Macieira, para a grande noite do festival, às 21h.

O tema deste ano deixou muitas pessoas curiosas. Segundo João “Baby Ju” Pereira, membro e caloiro da tuna, “o tema deste ano é uma viagem cultural. Queremos celebrar as diferentes culturas e as músicas que existem ao longo do mundo”. No entanto, esta foi já a segunda vez em que participou no festival que junta várias tunas académicas, afirmando que “o tema do ano passado foi comédia. Portanto, são coisas completamente diferentes, apesar de tentarmos evocar a comédia naquilo que fazemos”.

“Nós trabalhámos imenso e quisemos fazer um espetáculo um pouco diferente daqueles que os festivais de tuna costumam fazer em termos de tema e acho que não nos podia ter saído melhor”, desenvolve José Diogo “Dora” Nunes, tuno na tuna da ESCS.

Antes de cada tuna atuar e como forma de apresentação, os membros da escstunis realizaram sempre um pequeno sketch de modo a introduzir os destinos em que a tuna seguinte iria aterrar. Inês “Tostinhas” Borges, caloira na escstunis e, por isso, estreante nestas andanças, afirma que este lado interativo é um ponto positivo para a adesão do público. “Eu acho que este ano ainda há mais pessoas do que no ano passado e, pelo que eu estou a ver, as pessoas estão a gostar, porque não são só tunas. Se fosse só tunas, podia ser um bocadinho cansativo, mas nós temos todo um espetáculo por trás”, afirma.

Fotografia: Mariana Cabecinha

Apesar do trabalho que deu preparar o festival e de todo o esforço envolvido, o sentimento de missão cumprida é unânime, pois este tipo de festivais permite aprofundar os laços com as outras tunas do país. “Sim, criar uma relação com as outras tunas é importante, porque nós aprendemos também com os outros”, salienta Inês.

“Somos todos amigos e é sempre espetacular, há um grande espírito e só o facto de estares numa tuna e de ires ver os festivais, acabas por conhecer uma data de gente”, desenvolve José.

No final do festival, foram reveladas as melhores tunas das diferentes categorias, sendo que a Tuna Económicas e a ForTuna foram as que arrecadaram mais distinções. Contudo, o mote de despedida foi a atuação da escstunis, que prima por ser “mais do que música” e, acima de tudo, se diferencia pela sua forma própria de fazer academia.

Fotografia: Mariana Cabecinha

 

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