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21.º aniversário da escstunis

Foi com a promessa de uma noite de música e animação que, no passado dia 11 de Dezembro, a máquina da escstunis arrancou com todas as suas engrenagens para comemorar o seu 21.º aniversário.

“Se há altura do ano em que vão dar um espetáculo enorme vai ser esta noite”, dizia João Pereira, candidato da escstunis.

Para Francisco Santos, pandeireta, este 21.º aniversário traduzia-se num espetáculo “muito mais da escstunis” quando comparado com o do ano anterior. “Queremos passar a mensagem de que a tuna pode juntar pessoas que fazem música de diferentes estilos para tocarem música de tuna e que isso é uma coisa muito bonita”, acrescenta.

Por sua vez, Ana Carolina Batista previa uma noite de “muito trabalho, muita diversão” que acabaria por resultar num “acordar com muito sono, mas sentimento de dever cumprido”.

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Por volta das nove horas da noite, no foyer do piso -1 da Escola Superior de Comunicação Social, já as pessoas se começavam a juntar calmamente para ouvir as canções, na voz e nos acordes, dos convidados Catarina Peixoto e Maria Rapaz.

Mais tarde, o auditório Vítor Macieira abriu as suas portas para, com humor, boa disposição e muita música, se dar continuidade às festividades. Lá dentro, as primeiras notas fizeram-se soar pelos Dolce Vitula, que iniciaram a sua atuação com o genérico de “A Guerra dos Tronos”.

Seguidamente, Pedro Limpo, também conhecido como “D’ZRT” entre os membros da tuna, acompanhado da sua banda, composta por André Mota (bateria), André Ferreira (contrabaixo) e Diogo Santos (piano e teclados), apresentou alguns temas do seu mais recente projeto, “Viragem”, que conta ainda com a participação de Roberto Leandro. As suas canções de amor deixaram o público rendido. Carolina confessou à Magazine que o espetáculo estava a ser “muito emotivo”. “Gosto muito de música ao vivo”, dizia a aluna do primeiro ano da licenciatura em Jornalismo.

Foi então que, com muita energia e entusiasmo, o auditório se dividiu em alas para que, de pulmões cheios, pudessem gritar pela escstunis, chamando, assim, a tuna aniversariante a palco. “A tuna é o meu grande amor”, revelou Raquel, aluna do primeiro ano da licenciatura em Publicidade e Marketing.

E se para Raquel a escstunis é o seu grande amor, Vanessa Ideias vai mais longe e diz que “escstunis é um sentimento”.

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As luzinhas que iluminavam o palco deram um brilho especial e um clima de magia quando a escstunis iniciou a sua atuação brindando-nos com a sua adaptação de Cacilheiro, desfazendo todo o auditório em aplausos. Seguidamente, continuaram com Silêncio do Tom, presenteando-nos ainda com músicas como Teu Sorriso, Príncipe do Egito, Mundo Mudos e até mesmo Vida Boémia. E, por fim, foi com o seu hino que terminaram (ou pretendiam terminar) a comemoração destes “21 anos de muita emoção”. No entanto, antes de darem o último adeus ainda houve tempo para Imperial, um pedido especial vindo da plateia. O som dos aplausos era notório e de certeza que quem por lá estava saiu com um pedacinho da escstunis no peito.

No fim da noite, “desmistificar que as pessoas das tunas, de facto, celebram a música” foi uma missão mais que cumprida.

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