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Ataque em Londres considerado “atentado terrorista”

Cinco pessoas morreram e cerca de quarenta ficaram feridas em consequência de um ataque junto ao Parlamento Britânico em Westminster, no centro de Londres. O ato foi considerado pelas autoridades como atentado terrorista.

O alerta foi dado na passada quarta-feira depois de um suspeito ter sido identificado perto dos portões do Parlamento com uma arma branca e de ter esfaqueado Keith Palmer, um polícia de 48 anos de idade e 15 de serviço, no interior do Parlamento, o qual acabou por não resistir aos ferimentos. Segundo testemunhas no local, Tobias Ellwood, ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, terá sido a primeira pessoa a assistir o polícia esfaqueado.

Depois do alerta de segurança ter sido dado, um veículo desgovernado atropelou várias pessoas na ponte de Westminster, causando vários feridos e mortos. A imprensa nacional confirmou a existência de um português entre os feridos. Francisco Lopes, de 26 anos, e residente em Londres há 15 anos, terá sido atropelado na ponte quando se dirigia para o metro.

Os trabalhadores do Parlamento receberam ordens para se manterem dentro do edifício, tendo sido suspensos todos os trabalhos. Também as estações de metro londrinas perto do local do acidente foram encerradas. O palácio de Buckingham fechou os portões como medida de segurança.

Apesar de testemunhas terem afirmado que os ataques teriam sido cometidos por dois homens, a polícia disse que o ato terrorista teria sido cometido apenas por Khalid Masood, que foi, depois, morto a tiro pelas autoridades.

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Depois deste incidente, Theresa May, Primeira-Ministra britânica, que se encontrava no Parlamento aquando o atentado, decidiu convocar uma reunião do comité de emergência, o qual reúne ministros e altos responsáveis dos serviços de emergência e de informação e coordena incidentes de alto-nível. Declarou em conferência de imprensa aos jornalistas que “não é por acaso que a casa da democracia foi atacada”.

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