Ir a um concerto, por si só, já é algo bastante especial. Poder estar no mesmo espaço que o artista de que gostamos (ou, para os sortudos, a meros metros de distância), ouvir ao vivo as músicas que ouvimos em replay vezes e vezes sem conta, ou até mesmo acompanhar o amigo que nos pediu companhia: estas são experiências verdadeiramente marcantes, aquelas que facilmente ficam gravadas na nossa memória e no nosso coração por muito tempo.
Editado pela Maternidade a 3 de outubro, URLOP é o álbum de regresso de Filipe da Graça.
Natural do Algarve, Filipe da Graça é o canvas onde Filipe Fernandes, cantautor, multi-instrumentista e colorista de cinema, explora e dá forma ao seu próprio universo, um espaço ocupado por guitarras shoegaze e baladas country-folk.
Neste verão, o mundo da música pop recebeu mais uma aquisição ao seu vasto leque de artistas. Audrey Hobert é uma cantora e compositora norte-americana que, apesar de ter iniciado recentemente o percurso musical, já se tem vindo a destacar pelo trabalho de co-composição no álbum The Secret of Us, de Gracie Abrams, a sua amiga de infância.
Depois de vários singles e quatro anos após o último álbum de longa duração, Demolition Derby (2021), o novo álbum de Minta & the Brook Trout viu finalmente a luz do dia no início de setembro, dando as boas-vindas ao outono que estava por vir.
Rafael Alves, ou Lhast como o conhecemos, é, de uma forma clara, um dos grandes nomes do hip-hop nacional.
Lhast, além de rapper, é também um dos produtores com mais história no rap português. #FFFFFF, de ProfJam — um álbum que marcou o trap em Portugal — e Lisboa, um projeto bastante marcante no percurso de Richie Campbell, foram dois dos momentos mais altos na carreira daquele que é considerado um dos maiores produtores do hip-hop tuga.
Música na Margem, a proposta que ganhou o Orçamento Participativo Jovem de Almada, foi um projeto realizado por André Correia, um jovem de 20 anos, proveniente de Almada, no seu 2.º ano de licenciatura em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), Guilherme Correia, Frederico Carvalho, da equipa da juventude da Câmara Municipal de Almada, e de Isabel Nobre, responsável pela criação do logótipo e identidade visual do festival.
No início dos anos 2000, o hip hop português encontrava-se num ponto de viragem. Depois dos anos 90, marcados por mixtapes independentes e por uma forte influência americana, começou a surgir uma nova geração com uma missão diferente: criar uma identidade verdadeiramente nacional.
Olivia Dean regressa em 2025 com o disco The Art of Loving, que já está a conquistar tanto os críticos como o público. O título não podia ser mais certeiro, porque este álbum soa quase como um manual de emoções: um guia para compreender a delicadeza e a força que coexistem no ato de amar. Desde a faixa de abertura, The Art of Loving (Intro), com cordas suaves e um tom confessional, percebe-se que Dean decidiu partilhar não apenas canções, mas capítulos da sua própria vida emocional.
A 1 de outubro, a Magazine celebrou o Dia Mundial da Música da melhor forma… com Talks! Um dos nossos convidados foi Peculiar (João Nicolau Quintela), jovem músico e compositor farense, que nos trouxe a sua visão sobre o papel da música enquanto forma de expressão e de identidade.
No passado dia 1 de outubro, a Magazine celebrou o dia Mundial da Música da melhor forma… com Talks! Tivemos como convidada Cláudia Pascoal, que nos trouxe a sua visão sobre o panorama musical português e a importância de manter a identidade artística num mundo em constante mudança.
