Depois do cartão de visita deixado no final de 2025 com o EP Laranja e de singles como Outra Fase e Anda Aí, Óscar Correia dá agora um novo passo no seu percurso artístico com “Rótulo”, o seu primeiro longa-duração.
Editado a 27 de fevereiro, QUER QUER QUER marca a estreia em longa-duração d’A Sul. Depois de já nos ter aguçado o apetite com os avanços de Metáforas, Gin e Tela, Cláudia Sul – artista portuguesa que se destaca por unir composição, produção e sonoplastia de forma intimista e cinematográfica – mostra-nos finalmente o seu primeiro disco.
Editado a 27 de março, Muito Mais é o terceiro longa-duração de Beatriz Pessoa.
Se anteriormente Beatriz Pessoa parecia conter-se numa elegância jazzística, aqui a timidez é atirada pela janela em prol de uma honestidade crua e dançável.
Miguel Marôco não é um nome estranho para quem acompanha a nova vaga de músicos que integram o universo Cuca Monga. Com o lançamento de Desgraça, a 10 de abril, o compositor revela um olhar pessoal e introspetivo sobre a vida boémia, as contradições que a acompanham e a clareza que surge depois da mesma.
Dois anos após o lançamento do seu homónimo, Cara de Espelho volta a colocar a música de intervenção na ordem do dia. Editado a 30 de janeiro, pela Locomotiva Azul, B, é o segundo álbum do supergrupo.
Lançado em outubro de 2025, Dói-Dói Proibido é o primeiro álbum de estúdio de Femme Falafel.
Foi com as teclas italo-house de Depressão, editado em dezembro de 2022, que Femme Falafel (alter-ego de Raquel Pimpão) se apresentou ao público, fazendo-nos, pela primeira vez, rir e não resistir a dançar. Durante algum tempo, o projeto pareceu condenado ao estatuto de one-hit wonder, mas os dois anos seguintes a tocar ao vivo e o lançamento deste disco provaram exatamente o contrário.
Quatro anos depois da sua estreia em disco com Passo Forte (2021), os SAL lançaram A Viagem vai a Meio, a 21 de novembro de 2025.
Editado a 17 de outubro de 2025, 7305 é o quinto álbum de estúdio de Noiserv, músico que já conta com muito mais do que 7305 dias de vida.
Maria Bentes nasceu nos Açores, cresceu em Serpa no meio de cinco irmãs, e atualmente procura abrir caminho na cena musical portuguesa sob o nome de Silly.
Editado a 23 de janeiro, Rapaz Ego apresenta o novo disco Fazer as Pazes. Com o selo Cuca Monga, esta é uma obra de catarse emocional e sonora.
Já sabíamos que havia mais do que uma vida a pulsar em Luís Montenegro, músico que responde pelo nome de Rapaz Ego. Co-fundador dos Salto, banda pop criada no Porto, em 2007, ao lado do primo Guilherme Tomé Ribeiro, Ego tem vindo a provar que a sua inquietação artística vai muito para além de um só registo ou formato.
