Concerto de Ariana Grande acaba em tragédia

Vinte e duas pessoas morreram e cinquenta e nove ficaram feridas depois da explosão de uma bomba no final do concerto de Ariana Grande em Manchester, Inglaterra.

O concerto da Dangerous Woman Tour da cantora norte-americana Ariana Grande em Manchester terminou da pior maneira depois de um bombista suicida se ter feito explodir no final do concerto. Entre os 59 feridos, que estão a ser tratados em oito hospitais da região, há, pelo menos, 12 crianças.

Três das vítimas do ataque já foram identificadas: Saffie Rose Roussos, de 8 anos, Georgina Callander, de 18, e John Atkinson, 26. Para além destas, muitas das identidades estão ainda por revelar. A maioria dos mortos são adolescentes sendo que é esse o público alvo da cantora. Milhares de pessoas têm prestado homenagem às vítimas, não só na cidade britânica, mas também por todo o mundo.

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Apesar de as autoridades acreditarem que o bombista, Salman Abedim, tenha agido sozinho, o autoproclamado Estado Islâmico já reivindicou o ataque. Têm surgido vários comentários nas redes sociais de apoiantes do Daesh a festejar o ataque, inclusive de um homem mascarado que gravou um vídeo e o publicou online a dizer que este acontecimento “é apenas o início” e dando os parabéns aos “leões do Estado Islâmico que estão a começar a atacar todos os cruzados”.

Os habitantes da cidade mostraram-se solidários com esta situação, tendo oferecido abrigo a quem necessitava. Com as estações de metro e comboio fechadas pela polícia por precaução, vários taxistas ofereceram-se para levar jovens de volta a casa. A arena de Manchester, onde ocorreu o acidente, lançou um comunicado na madrugada de terça-feira a agradecer a toda que ajudou as vítimas, afirmando que “isso demonstra o melhor que há nesta cidade”. Também Ariana Grande já se manifestou na rede social Twitter, revelando-se chocada e pedindo desculpas pelo sucedido.

Este foi o mais grave ataque terrorista em solo britânico desde o atentado de 7 de julho de 2005 quando foram três bombistas fizeram explodir três comboios diferentes, tendo matado mais de cinquenta pessoas.

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