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Costa não está “apoquentado” com a possibilidade de o défice ser de 3,4%

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A avaliação feita pela Comissão Europeia ao Orçamento de Estado português aponta para um défice de 3,4%, 0,8 pontos percentuais acima daquilo que o governo estipulou. Nesta avaliação, Bruxelas acrescenta ainda que o crescimento económico será de 1,6 %, contrariando os 2,1% previstos pelo governo português.

Nesta quarta-feira, dia 27, a Comissão Europeia enviou uma carta ao governo português onde constavam algumas dúvidas sobre os pressupostos financeiros do esboço do Orçamento de Estado para 2016 (OE 2016). Entretanto, o  comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros, Pierre Moscovici, fez saber que já se encontram em Lisboa peritos de Bruxelas para negociar um Orçamento de Estado de 2016, que esteja conforme as regras europeias e os compromissos assumidos por Portugal, pois as dúvidas acerca do OE 2016 têm de estar resolvidas até esta sexta-feira.

Apesar desta primeira avaliação avançada pela TVI, o primeiro-ministro diz não estar “apoquentado”, pois acredita que não haja “nenhum problema sério” entre o governo e Bruxelas e que “nada se passa ao nível político“,  as discussões são ao nível técnico. António Costa sublinhou que “as questões técnicas estão neste momento a ser tratadas entre os serviços do Ministério das Finanças e da Comissão“. Não comenta pareceres técnicos, apenas políticos e afirma desconhecer quaisquer reservas do executivo comunitário à proposta de orçamento apresentada a Bruxelas.

Num dia de visita ao seu homologo holandês, Mark Rutte, em Haia, na Holanda, o primeiro-ministro português desvaloriza as diferenças apontadas para o OE 2016 entre o governo e a Comissão Europeia.

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