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Marcelo Rebelo de Sousa avisa que “temos de sair deste clima de crise”

O Presidente da República foi recebido na manhã de sexta-feira no Porto por Rui Moreira para encerrar as cerimónias da tomada de posse.

Dois dias depois de se tornar o novo chefe de estado, Marcelo Rebelo de Sousa deslocou-se ao Porto com o objetivo de “descentralizar” a tomada de posse, que decorreu em Lisboa. No discurso na câmara da cidade, Marcelo pediu aos portuenses que “jamais troquem a sua liberdade (…) por qualquer promessa de sebastianismo político económico”.

Aplaudido diversas vezes pelos convidados presentes, Marcelo não quis esquecer as “elites” e o “património” da cidade e reafirmou a importância do Porto para todos os setores da economia portuguesa.

“Terminar no Porto as cerimónias de posse iniciadas em Lisboa é uma homenagem simbólica à cidade, ao seu passado, ao seu presente e ao seu futuro”, justificou Marcelo Rebelo de Sousa ao JN.

Na cidade que considerou ser o “berço da liberdade”, o Presidente da República ouviu o presidente da câmara pedir para o próprio “erguer a voz em defesa de um Portugal menos centralista”. Rui Moreira pediu ainda a Marcelo que “lute contra a desigualdade e justiça”.

No final da sessão, Marcelo voltou a quebrar o protocolo e saiu à rua para cumprimentar a multidão que o esperava. Uma autêntica confusão que complicou a vida aos seguranças que tiveram de controlar o perímetro de segurança.

Ao final do dia foi tempo de visitar o bairro do cerco. Marcelo contactou com os populares e ainda ouviu uma atuação de um grupo de música hip hop. No final da visita, em declarações aos jornalistas, o Presidente afirmou que “o bairro excedeu as suas expectativas” e admitiu ainda que o “Porto é sempre surpreendente”.

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