Novo Banco vendido à Lone Star

António Costa assumiu a venda do Novo Banco à Lone Star numa conferência em S.Bento, acompanhado pelo ministro das Finanças, Mário Centeno.

A Lone Star fica com 75 por cento do capital do Novo Banco, investindo mil milhões de euros. Este investimento dividir-se-á por duas fases: a primeira numa injeção de setecentos e cinquenta milhões de euros, enquanto o valor da segunda será de duzentos e cinquenta milhões de euros.

António Costa assumiu que a venda cumpriu as condições colocadas pelo Governo, uma vez que ela não terá consequências diretas ou indiretas nas contas públicas, negando encargos para os contribuintes. Caraterizou assim esta solução como “equilibrada”.

O necessário reforço do capital é totalmente assegurado pelas identidades privadas, como os bancos, afastando o investimento público da esfera do banco em causa. No entanto, não serão exigidas aos bancos contribuições extraordinárias e o fundo de resolução ainda beneficiará a futura alienação dos 25 por cento de capital que continuará a deter o Novo Banco.

Além disso, esta venda afasta a possível liquidação da instituição financeira – resultado da resolução do Banco Espírito Santo (BES).

“O Novo Banco continuará a cumprir o seu papel muito relevante no financiamento da economia, em especial das pequenas e médias empresas, com proteção integral dos depositantes e sem novos sacrifícios involuntários dos detentores das obrigações da instituição financeira”, assegurou Costa.

O acordo de venda salvaguarda assim a estabilidade do sistema financeiro.

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