• 7ª Arte

    A Autópsia de Jane Doe: quando os mortos são piores que os vivos

    Às nove e trinta e cinco da noite, estamos sentados num banco de cinema a ver um grupo de polícias a encontrar aquilo que parece ser um homicídio múltiplo. Uma casa de dois andares está coberta em sangue e com corpos daquilo que parece ser uma família espalhados pelas várias divisões. Na cave, é encontrado o corpo de uma jovem, nada ensanguentado nem mutilado como todos os outros, enterrado na terra. Uma polícia aproxima-se do chefe e diz “não há sinais de entrada forçada. Parece que a família é que estava desesperada por sair.” Este é o mote inicial para “A Autópsia de Jane Doe”, cuja antestreia foi no passado…