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    É sempre tempo de (não) mudar

    Pensaste tudo o que tinhas a pensar. Equacionaste todos os teus movimentos, todo o teu futuro. Ele chegou. E agora descobres que já não te faz sentido, recusas essa tua projeção cuidada e polida em detrimento da realidade, esse traiçoeiro e incoerente aglomerado de incerteza. Voltas a pensar, desta vez a olhar para o chão e não para trás; percebes como as circunstâncias mudaram, como tu mudaste. As tuas cartas já não dão o mesmo jogo, e está tudo bem. Não fazeres nada também é uma escolha, difícil por sinal. Importante. Imprescindível. A consciencialização de que às vezes é preciso não fazer nada, não trocar o bem de agora pelo…