• Artes Visuais e Performativas

    As Horas de Sophia

    Se pelo Camões já haviam passado “Tempestades”, desta vez passaram versos. Os versos de Sophia de Mello Breyner Andresen. Os versos de uma poeta de mão cheia que, embora nunca tenha dançado, “dançou” todas as palavras que nos deixou, tantas vezes em papéis soltos, de um modo bastante semelhante àquele com que os bailarinos encarnam e sentem o que dançam em pedaços de madeira a que sempre chamarão palco. “As Horas de Sophia”, que se encerra em Dezembro, é uma das iniciativas realizadas ao longo deste ano no âmbito da sua obra poética e que acompanhou grande parte das produções da Companhia Nacional de Bailado (CNB). Um dos mais importantes…