• Música

    A celebração do som chegou à Universidade Lusíada de Lisboa

    Em 1949, Donald Hebb, psicólogo canadiano, criou um segundo princípio da neuroplasticidade: “Neurónios que disparam juntos estão ligados” – complexo? Não! A verdade é que Hebb foi o primeiro a conectar as neurociências à música, afirmando que os estímulos sensoriais podem levar a que várias populações de neurónios disparem em sincronia. O ritmo é uma característica da música que induz sincronia nas redes de neurónios subjacentes aos comportamentos e Hebb descobriu que associar músicas a determinados movimentos, vocalizações, respirações e frequências cardíacas, leva ao desencadeamento de disparos simultâneos de neurónios em áreas cerebrais envolvidas no controlo desses mesmos comportamentos, o que fortalecerá o cérebro. Simples, certo? É este o poder…

  • Música

    Um tutti desafiante em território português

    “Qual é o futuro da musicoterapia em Portugal?” – é a esta pergunta que esta reportagem pretende responder. Desde a criação do mestrado em Musicoterapia pela Universidade Lusíada de Lisboa, em 2010, até à tentativa de profissionalização dos musicoterapeutas por parte da Associação Portuguesa de Musicoterapia, iniciada há muito e oficializada através da criação da petição “Reconhecimento da Profissão do Musicoterapeuta em Portugal”, em 2016, tem sido realizado um esforço coletivo e constante para promover e consolidar a “utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo de facilitação e promoção da comunicação, relação, aprendizagem, mobilização,…