Música

Um tutti desafiante em território português

“Qual é o futuro da musicoterapia em Portugal?” – é a esta pergunta que esta reportagem pretende responder. Desde a criação do mestrado em Musicoterapia pela Universidade Lusíada de Lisboa, em 2010, até à tentativa de profissionalização dos musicoterapeutas por parte da Associação Portuguesa de Musicoterapia, iniciada há muito e oficializada através da criação da petição “Reconhecimento da Profissão do Musicoterapeuta em Portugal”, em 2016, tem sido realizado um esforço coletivo e constante para promover e consolidar a “utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo de facilitação e promoção da comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas”. Neste sentido, surge a necessidade de contar a história de profissionais, dos seus sucessos e, acima de tudo, das adversidades com as quais se deparam, conjugando os seus pontos de vista.

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