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Assunção Cristas é a nova líder do CDS e já assumiu quatro propostas

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Depois de se fazerem as despedidas a Paulo Portas no passado sábado, em Gondomar, durante o Congresso do CDS, hoje foi dia de eleger o novo líder. A vitória foi para a lista de Assunção Cristas, que obteve 77% do Conselho Nacional.
Já eleita presidente do partido, Assunção Cristas subiu ao palco com uma “agenda concreta de prioridades” que leva para o exercício do mandato. Num discurso virado para o país apresenta quatro propostas.

A primeira é a da reforma da segurança social. A recém-líder centrista entende que é “um problema demasiado relevante para ser ignorado” e assegura que o CDS o irá estudar com profundidade, estendendo o desafio aos demais partidos: “Se o PS recusar, cai a máscara a António Costa”.

A nova presidente também propõe a revisão da regulação e supervisão por entidades independentes, nomeadamente a alteração do sistema de nomeação do governador do Banco de Portugal.

Num terceiro ponto defende a uniformização entre público e privado no que respeita a direitos laborais. A centrista considera que “não podemos aceitar que tenhamos dois países em matéria laboral” e sugere o “alargamento da ADSE a todos quantos o desejem”.

Por último, Assunção Cristas diz ser necessária a definição de uma estratégia abrangente de apoio às empresas, que passe pela identificação dos obstáculos setor a setor (no âmbito da fiscalidade, das barreiras de acesso às atividades, da diminuição dos custos de contexto): “O PS não acredita nas empresas privadas, nós acreditamos”.

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