• Moda e Lifestyle

    Namora Primeiro Contigo

    Tomar a escolha de estar bem só, na sua própria companhia, dá um poder enorme a uma mulher que decide dedicar-se a si mesma. Investir mais em si em detrimento de outros, não por egoísmo, mas por necessidade. Isto não quer dizer que não possa vir a ter relações, mas há que saber quando e porque é que o fazemos – para amar o outro, temos de nos amar primeiro.  Saliento que neste artigo me dediquei unicamente a falar de relações heterossexuais, para averiguar a necessidade da sociedade de que uma mulher tenha uma presença masculina do seu lado. E que tal nos escolhermos primeiro? Todos sabemos que é imposto…

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    A Natureza: Desconectar para Conectar

    Voltar a conectarmo-nos com a Natureza significa voltar a conectarmo-nos com a nossa essência. Respeitar a Mãe Natureza e aprender a amar tudo o que nos fornece é um valor que cada um de nós deveria levar em consideração, pois tudo depende dela. Dela viemos ao mundo e dela vamos embora. E como ela se distingue pelo seu mistério e beleza que transcendem qualquer coisa… Ah, o cheiro da paz num ambiente verde e o som da harmonia quando os pássaros passam por nós, a água a cair para nos arrepiar a alma de uma maneira única, o calor de uma fogueira num dia de inverno, o azul encantador do…

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    Entre Porto e Lisboa: será que a vida muda?

    Ah! A cidade de Lisboa e a cidade do Porto… Duas cidades do país que quase toda a gente conhece, seja pela sua importância política e histórico-cultural, seja pela sua beleza. Muitos falam da competição que existe, mas creio que advém do facto de muitos nortenhos acharem que a capital devia ser a cidade do Porto, frequentemente fundamentado em factos históricos, como o de a cidade ter destaque no início da formação do nosso país, sendo que Lisboa apenas foi conquistada posteriormente. E, muitas vezes, do lado lisboeta é por se achar que é mais “chique” – se é que posso usar esta palavra para descrever a maneira como veem…

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    Minimalismo: somos o que temos?

    Perante a evolução da sociedade capitalista, é cada vez mais relevante entender os nossos limites, para não perdermos uma parte do que somos no meio da loucura do “ter” em vez de “ser”. O minimalismo é o fruto da luta para evitar cair no erro de deixarmos que a posse nos defina.  Ao livrarmo-nos de tudo o que não é relevante sentimo-nos mais leves e livres… Porquê? Simples: porque deixamos o peso do que possuímos para trás, o que permite uma vida mais facilitada, seja para viajar, seja para mudar para outro sítio, seja mesmo para a nossa estabilidade mental.  O problema não é ter coisas, mas deixar que essas…

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    E a vida sexual como vai?

    Ser mulher… Ser mulher, infelizmente, ainda significa carregar o peso da culpa do desejo sexual. Quem disser que “em 2020 isso não acontece” é porque não o sente na pele, o que não o invalida nem significa que não aconteça. Pelo facto de uma história não ser comigo, não deixa de me dizer respeito, pois enquanto uma mulher ainda se sentir presa, estaremos todas presas. Aliás, uma grande parte das mulheres que conheci até hoje admitiu que, em algum ponto da sua vida, viu a sua vontade sexual ser reprimida, sentindo-se “sujas”, como se não pudessem sentir algo específico do momento, ainda por cima sendo algo tão natural. Vamos lá…

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    O Movimento Rastafari pelas palavras de quem o vive

    Entrei em contacto com o movimento Rastafari através do reggae. A partir daí, cativou a minha atenção e despertou a minha curiosidade. Talvez muitos pensem que não tem nada que ver comigo, porque, para todos os efeitos, não faz parte da minha “herança”… Mas nunca se sentiram tão ligados a algo que não conseguem explicar o porquê? Nunca sentiram tanta admiração por algo que só querem aprofundar esse conhecimento? E será que tem que ver somente com herança e cultura ou será algo mais ideológico? Sendo este movimento social e religioso, há algo que nos liga de forma quase espontânea às suas crenças e ideias. Estranhando o facto de sentir…