Moda e Lifestyle

Garnier aprovada pela Cruelty Free Internacional

Todos os produtos da Garnier, marca detida pela multinacional francesa de cosméticos L’Oréal, foram oficialmente aprovados com o selo do programa Leaping Bunny, da Cruelty Free International, organização que visa pôr termo aos testes cosméticos nos animais no mundo. 

Fonte: vegnews.com

O selo Leaping Bunny (Coelho Saltitante, em português), internacionalmente reconhecido, garante aos consumidores que o produto obedece aos rigorosos critérios da Humane Cosmetics Standard (HCS) e da Humane Household Products Standard (HHPS). A certificação da Leaping Bunny garante que nenhum teste animal foi realizado no desenvolvimento de um produto. Isto implica auditorias às empresas e às suas cadeias de abastecimento, incluindo todas as matérias-primas e ingredientes individuais.

“A Garnier está comprometida com um mundo sem testes em animais desde 1989. Ser oficialmente aprovada pela Cruelty Free International, ao abrigo do programa Leaping Bunny, é um verdadeiro marco e foi sempre uma parte importante na nossa missão de Green Beauty. Hoje, a Garnier dá mais um passo “Verde” para se tornar numa marca totalmente comprometida, verdadeiramente sustentável e transparente que promove uma “Green Beauty” para todos nós” – Adrien Koskas, Presidente Global da marca Garnier (retirado do site garnier.pt)

Fonte: L’Oréal/Garnier

Desde a sua saída do mercado chinês em 2014, a Garnier, que distribui em 64 países, tem feito grandes avanços para se tornar numa marca eco-friendly

No ano passado, a marca lançou a sua iniciativa Green beauty, que visa usar embalagens de plástico 100% reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis até 2025. Até lá, todas as suas fábricas deverão também ser neutras em carbono.

No início deste mês, o grupo L’oreal, por sua vez, anunciou que daqui a dez anos gostaria de extrair 95% dos ingredientes de plantas e flores renováveis ​​ou replantadas e de minerais abundantemente disponíveis para todas as suas marcas. 

Imagem de capa: L’Oréal/Garnier

Artigo revisto por Adriana Alves

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