Pop punk is not dead: MANIA dos Fall Out Boy

“O pop punk não está morto” é a melhor frase para descrever o novo álbum, MANIA, da banda norte-americana Fall Out Boy. Com mais de 10 anos de carreira, um dos maiores grupos da era pop punk continua a lançar singles e álbuns que marcam este género musical.

O género pop punk nasceu no berço norte-americano na década de 90, combinando as melodias do pop com os tempos, as guitarras e as baterias do punk.

Uma das características mais prominentes na banda de Patrick Stump é a maneira como conseguem inovar o seu som. Em cada álbum e em cada música conseguimos distinguir a influência de diferentes géneros musicais. A primeira canção lançada em abril do ano passado, Young And Menance, segue uma via mais eletrónica, inesperada para todos os que conhecem a banda que em 2005 cantava êxitos como Sugar We’re Going Down, um autêntico e clássico hino do pop punk.

O segundo single, Champion, recupera as “origens” do pop punk, com uma letra forte e determinada. É a música mais complexa melodicamente de todo o álbum, relembrando o sucesso que foi Save Rock And Roll, o 4º álbum de estúdio da banda.

The Last Of The Real Ones e Hold Me Tight Or Don’t são autênticos crowd pleasers –  apresentam uma veia pop, inspirada nos êxitos mais modernos.

Também a relembrar os anos 90, Wilson (Expensive Mistakes) traz de volta a memória dos tempos mais sombrios dos Fall Out Boy. Extremamente dramática e emocional, esta canção fala-nos sobre uma relação conflituosa entre fazer o que está correto e fazer o que desejamos.

Tal como na história da carreira da banda, algumas músicas passam despercebidas por serem tão semelhantes ao catálogo já antes visto. MANIA não é exceção: Heaven’s Gate e a colaboração com o artista Burna Boy, Sunshine Riptide, caem de paraquedas no conjunto do álbum.

A reação dos fãs ao tão esperado álbum não podia ter sido melhor: MANIA vendeu milhões por todo o mundo e estreou na primeira posição do Billboard 200.

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