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    Liberdade – a de ontem e a de amanhã

    Celebrar o 25 de abril é festejar a conquista de um dos maiores direitos alcançados: a liberdade. Na literatura, foram muitos os escritores que, desde a poesia à prosa, foram invocando a mulher do mundo. Mais do que celebrar a liberdade, é importante recordar momentos que a mataram. Hoje, recordo o livro “O rapaz do pijama às riscas”, de John Boyne. “É a errar que se aprende”, dizia sabiamente Bruno, um menino de nove anos, que mal imaginava que o Reich iria acabar com a sua inocente infância. Melhor: vai ser o seu pai, involuntariamente, a mostrar-lhe a monstruosidade a que o ser humano pode chegar. O pequeno e perfeito…