• Música

    Vamos pôr os pontos nos is

    No dia 25 de abril, para celebrar a liberdade, os lisboetas libertaram as suas preocupações numa noite inesquecível que praticamente encheu o Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa. Que horas são? São nove e meia, mas viemos ver Os Quatro e Meia.   “Já são Quatro e Meia, está perto da hora” Para quem não atuava ao vivo há dois anos, Os Quatro e Meia mostraram estar muito à vontade no palco. O concerto do dia 25 de abril juntou mais de 1000 pessoas para ver atuar seis rapazes, aliás, cinco rapazes e meio, já que Rui, como os membros dizem a brincar: “Só conta pela metade”, pois é baixinho. “-…

  • Música

    Jessie J

    Jessica Ellen Cornish, mais conhecida por todos como Jessie J, nasceu em Londres a 27 de março de 1988. Aos 11 anos esta foi expulsa do coro da sua escola por cantar muito alto, o que a levou a fazer covers e a cantar originais no Youtube para tentar ganhar algum reconhecimento. Jessie J apresenta um batimento cardíaco muito irregular desde os 2 anos e sofreu um pequeno AVC aos 18 anos, o que a levou a tomar medidas como não fumar e não beber. Por causa desta irregularidade, Jessie designou os seus fãs por “Heartbeats”, na medida em que esta afirma que o seu problema melhorou assim que começou…

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    Ed Sheeran: A jornada

    No oeste de Yorkshire, na pequena cidade Halifax, no dia 17 de fevereiro de 1991, nasceu o homem que haveria de ser um dos maiores artistas da Inglaterra.   O pequeno menino ruivo mergulhou na música desde muito cedo: aos 4 anos de idade já cantava no coro da igreja da sua terra local e aos 11 anos já tocava guitarra. Ed Sheeran via na sua arte um refúgio, sofria de bullying pela cor do seu cabelo, os óculos grandes e o seu impedimento da fala. Então, pequeno e ambicioso, aos 14 anos já gravava discos amadores, intitulados The Orange Room e Spinning Man, que vendia entre o seu pequeno grupo…

  • Música

    Lorde: quando a pop se torna introspetiva

    “Fluorescente”: quando Lorde descreve o seu primeiro relacionamento desta maneira na música “Supercut”, percebe-se facilmente o recurso à sinestesia, à sua capacidade de aliar sons, ritmos e produções a padrões de cores. Em Melodrama as cores são fortes, elétricas e brilham de forma incandescente. Mas o néon não resistirá para sempre, e toda a sua frenética requer uma química estudada. No entanto, quando este chega ao fim, é preciso uma parte mais sombria e melancólica para contrastar. Esta fórmula é a premissa deste novo álbum: não só retrata o crescimento da cantora, mas também a sua resistência, de alguma maneira amarga, a novos sentimentos – sentimentos de solidão, desilusão e…