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The Spanish Princess: de tirar o fôlego?

A série que vos trago este mês está integrada no universo das séries medievais. Aquelas séries de época em que o guarda-roupa é estonteante, os penteados são exuberantes e as paisagens são de tirar o fôlego. Mas e o enredo, a história, o drama, o romance? Acho que nesta série isso não esteve lá muito estonteante ou de tirar o fôlego. Porém, antes de saberem o porquê e como não vos quero influenciar a não ver a série, mas a que tirem as vossas próprias conclusões, vou começar por vos contar um pouco da mesma e depois dar a minha opinião.

The Spanish Princess é uma série da Starz baseada em dois romances – “The Constant Princess” e “The King’s Curse”, da escritora Philippa Gregory. E, para além disso, é também a sequela de duas minisséries: The White Queen e The White Princess. Estreou em 2019 e conta, até ao momento, com duas temporadas – ambas têm oito episódios.

Fonte: Tellyvisions
Fonte: Segs.com.br

Esta série conta a história da princesa de Espanha, Catarina de Aragão (interpretada por Charlotte Hope), cujo objetivo é ser a rainha de Inglaterra e estabelecer, assim, uma aliança duradoura entre os dois países. Para isso, Catarina tem de se casar com o príncipe Artur (interpretado por Angus Imrie). Um objetivo que parecia tão fácil de alcançar, mas que, com a sua morte, se tornou num verdadeiro desafio. Catarina e Lina (interpretada por Stephanie Levi-John), a sua dama de companhia, vão ter de se adaptar e de arranjar uma estratégia para não serem mandadas embora.

Princesa Catarina de Aragão. Fonte: Tecmundo
Princesa Catarina de Aragão com Lina, a sua dama de companhia. Fonte: Showbizjunkies

Eu gosto imenso de séries medievais. Desde que me entreguei a Game of Thrones e a esse mundo cheio de intensidade, comecei a adorar séries deste tipo. Mas, infelizmente, esta série não preencheu os meus requisitos para se tornar numa série medieval inesquecível. Primeiro, pode ter sido porque não vi as outras duas minisséries, das quais esta é a sequela, perdendo, assim, o fio à meada; segundo, durante a primeira temporada a série é interessante e cativante, mas na segunda temporada torna-se numa espécie de loop, onde “vira o disco e toca o mesmo”; e terceiro, os episódios de quase uma hora também não ajudam, tornando a história mais entediante.

No entanto, não te vou aconselhar a não veres. Até porque, como disse no início, quero que cada um tire as suas conclusões, para além de que “gostos são gostos” e “gostos não se discutem”. Agora que tens mais tempo e o semestre já acabou, podes aproveitar para dar um olhinho nesta série e, depois, decidir se valeu a pena ou não.

Artigo revisto por Andreia Custódio

Fonte da foto de capa: adorocinema

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