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Bridgerton: Podia ser mais um conto de fadas

Bridgerton podia ser mais um conto de fadas, mas não o é.

Começa como tal: era uma vez no século XIX, na grande cidade de Londres, onde vivia uma abastada família de apelido Bridgerton. Este agregado familiar é composto por oito filhos, sendo que o enredo se debruça mais na jovem Daphne.

É um universo pintado por quilómetros de vestidos de cor pastel, construído sob mansões gigantes e luxuosas, ao som de festas e bailes pomposos, abafadas pelo som de espadas nos duelos e pelos cascos dos cavalos durante os passeios, inspirados nas obras de Julia Quinn.

A inocente e ingénua Daphne é empurrada para o matrimónio. Durante esta valsa, marcada por passos de avanços e recuos, a sua popularidade subitamente para, devido aos rumores provocados pela Lady Whistledown. Esta escritora anónima, a cada edição, faz estremecer a alta sociedade e é capaz de destruir a sua reputação com uma pincelada de tinta.

Fonte: Almanara News

Sem os holofotes dos olhares masculinos sobre si, Daphne organiza um estratagema para voltar às luzes da ribalta, com o melhor amigo do seu irmão, Simon Basset, o duque de Hastings. O duque finge que a corteja para afastar as jovens solteiras, enquanto a atenção da sua falsa relação atrai a atenção de candidatos para a Daphne.

Esta mentira faz muita tinta correr pela calçada londrina e muitos personagens escorregam nesta. É uma história à antiga, mas não deixa de ser uma história de amor. Uma história que, com o virar das páginas, é feita de encontros e de desencontros.

Bridgerton nasceu nas mãos de Shonda Rhimes, que também foi criadora das séries “Anatomia de Grey”, “Como defender um assassino”, “Clínica Privada” e “Scandal”. Esta história promete voltar a encantar com uma segunda temporada, já anunciada pela Netflix.

Artigo revisto por Inês Pinto

Fonte da foto de capa: Netflix

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