Knock Knock…
Who’s There?
It’s me… Technology!

Vivemos em plena era digital, onde o tradicional se transformou em moderno através de todo o tipo de tecnologias que alteraram por completo a nossa forma de viver. Desde os telemóveis (e mais tarde os iPhones, tablets, entre outros) até aos relógios “smart”, impressoras 3D, GPS, entre outros, é quase óbvio que não conseguimos sobreviver sem qualquer tipo de dispositivos tecnológicos.

As relações de amizade e de amor têm hoje conceitos diferentes, a forma de comunicarmos com as pessoas é mais solitária e a maneira de nos relacionarmos com o mundo nunca mais será a mesma. A tecnologia está a seguir um rumo sem limites na nossa sociedade, controlando tudo o que a rodeia.

No entanto, olha-se para a tecnologia como uma melhor amiga e quase que assinamos um contrato de fidelidade para que esta não saia da nossa vida. É verdade que traz um leque de vantagens na área da ciência, da saúde, dos transportes, da arquitetura, e noutras áreas… Mas e a nível social?

Os verdadeiros problemas da nossa vida estão no contexto social e cultural. É neste contexto que vivemos momentos de bullying, de racismo, de xenofobia, de violência doméstica… Como é que arranjamos soluções para tratar de uma doença terminal e deixamos que a tecnologia, por exemplo, permita novas formas de bullying?

A verdade é que, pegando no exemplo dado, as doenças terminais e o bullying não estão no mesmo patamar, mas deveriam de certa forma estar, visto que uma das consequências de sofrer bullying é o facto de isto puder culminar no suicídio da vítima.

Por essa mesma razão, torna-se realmente surpreendente o facto de que aquilo que a tecnologia nos está a roubar (a realidade sensorial) seja a solução para os problemas anteriormente anunciados.

É nos amigos, na(o) namorada(o), nos colegas, na família, nos vizinhos, nos professores, no senhor do minimercado onde passamos todos os dias que deveria estar a razão de sermos felizes.

Podemos viver com a tecnologia e aproximarmo-nos dos acontecimentos que ocorrem no nosso mundo, ou estar diretamente em contacto com aqueles que nos são mais próximos, mas, não devemos deixar que esta nos impeça de viver com o melhor da nossa vida.

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