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Entrar em desacordo preocupa alunos

Este ano, os Exames Nacionais têm de ser escritos, obrigatoriamente, com a grafia do acordo de 1990. A utilização obrigatória do novo acordo ortográfico que veio substituir o acordo de 1945 gera preocupação no seio da comunidade educativa, em particular nos estudantes que podem ver as utilizações da ‘velha grafia’ consideradas como erro, o que lhes descontará na nota final dos exames, onde cada décima importa para a entrada no ensino superior.

O caso ainda é mais preocupante quando a presidente da Associação Portuguesa de Professores, Edviges Ferreira, revela que, caso sejam cortados os erros por utilização da velha grafia, os alunos podem perder um quarto da sua nota. O corte de um quarto da nota representa no máximo 5 valores e pode fazer com que o aluno não entre no curso que pretenda.

Com o fim do período de transição, esta adopção do novo acordo foi tornada obrigatória pelo Ministério da Educação e Ciência. Certo é que há muitos docentes contra o novo acordo que ainda ensinam aos alunos a ‘velha grafia’. Os professores apelam ao ministério para que admita as duas grafias, como aconteceu nos últimos anos lectivos, alargando, assim, o período de transição para a nova grafia.

Relembramos-te de que a tua Magazine utiliza o acordo ortográfico de 1945 depois de ter aprovado, em Assembleia Geral, a continuação da utilização da referida grafia.

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