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Pedro Passos Coelho indigitado Primeiro-ministro

Depois de 18 dias de contactos entre todos os partidos que estão representados na Assembleia da República, Cavaco Silva, Presidente da República, decide indigitar Passos Coelho como Primeiro-Ministro.

Foram longos os contactos entre os 7 partidos que irão ser representados na Assembleia da República, havendo alguns consensos e outras discordâncias. Contudo, tendo em conta as conversas que foram surgindo, o Presidente da República (P.R.), Cavaco Silva, comunicou, na quinta-feira, dia 22 de Outubro de 2015, a sua decisão de indigitar Passos Coelho, líder do PSD e da PáF, para o cargo de primeiro-ministro.

No comunicado ao país, o Presidente da República afirma: “Lamento profundamente que, num tempo em que importa consolidar a trajetória de crescimento e criação de emprego e em que o diálogo e o compromisso são mais necessários do que nunca? que interesses conjunturais se tenham sobreposto à salvaguarda do superior interesse nacional”, lamentado assim as divergências existentes entre os partidos de esquerda, com maior número de deputados, e os partidos de direita, neste caso a PáF que “arrecadou” um maior número de votos.

Para que a sua decisão não gerasse qualquer tipo de polémica, Cavaco Silva contextualiza o facto de as decisões, para formar governo, terem sempre em conta quem ganha as eleições: “Indigitei hoje, como primeiro-ministro, o doutor Pedro Passos Coelho, líder do maior partido da coligação que venceu as eleições do passado dia 4 de outubro”

Por último, teremos que aguardar para que a decisão seja aceite por todos os partidos na Assembleia da República. Caso contrário, iremos assistir a uma situação inédita na democracia portuguesa.

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