• Opinião

    “Salve-se quem puder”

    14 de setembro de 2017, 9h10 da manhã, estação Quinta das Conchas, linha Amarela. Avanço as cancelas do metro e chego à plataforma que está cheia. Penso: “bem, espero arranjar um lugar sentada visto que esta é uma das primeiras estações da linha”. O metro chegou. Qual lugar sentada qual quê. Fui brutalmente empurrada como uma sardinha em lata e lá fui eu, durante 3 longas paragens numa carruagem atulhada de pessoas espalmadas umas contra as outras, como se de mercadoria da pior espécie se tratasse. Dentro do metro quero-me mexer e é impossível, quero ver as horas no telemóvel e também não consigo, para respirar tenho de me colocar…

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    Animais vs. “Animais”

    Desde que nasci, sou um protetor dos animais e do seu habitat, visto que merecem viver com as boas condições que procuramos ter dia após dia, havendo apenas algumas diferenças entre duas espécies que habitam no mesmo planeta: os humanos são racionais e os animais são irracionais; os animais têm um instinto de sobrevivência e de trabalho em equipa diferentes, entre outras diferenças que poderão existir. A verdade é que os seres humanos são tão “racionais” que se esquecem de que invadiram o reino animal, ou seja, antes de haver a nossa raça e os australopitecos, já existiam animais irracionais, mesmo que fossem apenas dinossauros e outras espécies: insetos, micróbios,…

  • Opinião,  Secções

    Eutanásia – A “Morte” Consciente

    Tal como devem saber, a eutanásia é a teoria/prática que defende que um doente incurável possa pôr fim à sua vida (de forma ativa e consciente, ou de forma passiva, em que o médico o pode fazer caso não tenha meios para fazer o seu paciente sobreviver). É um tema bastante controverso com o qual a nossa sociedade tem de se debater no dia-a-dia, isto porque a vida é um bem sagrado que todos nós temos e poderá ser moralmente incorreto acabar com ela. Sendo que temos duas perspetivas bastante similares: a ética médica que considera que a eutanásia de forma passiva é homicídio por parte do médico (que assistiu…

  • Atualidade,  Informação

    Crises humanitárias afetam sobretudo Mulheres e Jovens adolescentes

    O relatório do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP) sobre “O Estado da População Mundial” está a ter um grande impacto na saúde e bem-estar das mulheres e raparigas no que concerne às necessidades específicas de saúde sexual e reprodutiva. Este ano, o título escolhido para o relatório foi “Abrigo da Tempestade: Uma agenda transformadora para mulheres e raparigas num mundo propenso a crises”. Apela-se à não indiferença a crises humanitárias; enfatiza-se o pedido de reforço de resiliência, quer de países, quer de comunidades. Estima-se que 26 milhões de mulheres e raparigas em idade fértil, ou seja, de idades compreendidas entre os 15 e os 49 anos, sejam…