• Capital

    6 coisas que (ainda) não sabes sobre Lisboa

    1-  Porque é que chamam alfacinhas aos lisboetas? Há várias teorias em relação à origem desta alcunha: a origem árabe da palavra ‘alface’ poderá indicar que o cultivo de alface começou aquando da ocupação da Península, nomeadamente de Lisboa, pelos árabes. Por outro lado, há quem defenda a teoria de que num dos cercos de que a cidade foi alvo, os habitantes de Lisboa apenas tinham como alimento as alfaces das suas hortas. Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro ou até Miguel Torga celebrizaram o termo ‘alfacinha’ como lisboeta. 2- Sabias que Lisboa nunca foi oficialmente declarada como capital? Até 1255, a corte era em Coimbra, mas, nesse ano, D. Afonso III…

  • Capital

    “Chapéus há muitos…” e para todos os gostos

    Dos chapéus aos bonés e das luvas aos suspensórios. Se não quer ficar sem, a Chapelaria Azevedo Rua tem. Situada no número 72 da Praça Dom Pedro IV em pleno Rossio, esta chapelaria já conta com cento e trinta anos de existência. Foi fundada em 1886 pelo Sr. Manuel de Aquino Azevedo Rua, tal como nos conta o seu trineto Pedro Fonseca, atual proprietário da loja. Manuel Azevedo Rua era um produtor de vinho do Porto que após uma má colheita decidiu abrir esta chapelaria, que marca as já várias gerações que por aqui passam. “Porquê Lisboa?” ou “Porquê chapéus?” são as perguntas que poderá estar a fazer, mas a…

  • Capital

    Olha os pastéis de nata quentinhos!

    Chegou o frio, e com ele a vontade de comer algo que nos adoce a boca e nos aqueça o coração – sendo ainda a melhor altura para fazer uma pausa das dietas de verão e cometer alguns pecados gastronómicos. Disto isto, nada melhor do que um ou dois pastéis de nata, tão portugueses, tão bons, difíceis de não agradar a todos. Por estas razões e mais algumas, a Capital foi provar alguns pastéis de nata da cidade, e deixa-te agora a par de tudo. Aqui está a opinião de uma apaixonada por comida, bons restaurantes, apreciadora de pastéis de nata, e doces em geral: Fábrica da Nata Este espaço…

  • Grande Reportagem,  Informação

    No Outono, os vendedores de castanhas saem à rua

    O cheiro a castanhas assadas já se sente por toda a capital. Estamos em novembro e, neste que é o mês de S. Martinho, podemos encontrar vendedores de castanhas em diversos locais – desde os mais turísticos até àqueles de que ninguém ouve falar. Aquilo que deles conhecemos é apenas que vendem castanhas no inverno, mas por detrás da profissão há uma pessoa. A D. Elisabete e o Sr. José são dois vendedores de castanhas, em dois sítios diferentes, com histórias diferentes. Fomos conhecê-los. São 11h da manhã, e, entre a habitual correria dos lisboetas e os passeios tranquilos dos turistas, junto à estação do Rossio, é visível o fumo…