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Mandarim vai ser língua opcional nas escolas portuguesas

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O Governo e o Instituto chinês Hanban – equivalente ao Instituto Camões – vão implementar um projeto para que cerca de 500 alunos em 20 escolas portuguesas possam ter mandarim como disciplina curricular já no próximo ano letivo.

Em setembro, os alunos da área de Línguas e Humanidades, do ensino secundário, vão poder escolher mandarim como língua opcional. O projeto-piloto, para os cerca de 500 alunos em 20 escolas, tem como objetivo servir de teste para no futuro se alargar a oferta a mais escolas e permitir a todos os alunos do ensino secundário escolher mandarim como disciplina.

As negociações ainda estão a decorrer e os detalhes estão a ser acertados entre o Ministério da Educação e Cultura e o Instituto Hanban. Uma das maiores dificuldades para implementar o projeto é encontrar professores chineses que saibam falar em português, ou vice-versa. Os materiais e os professores são da responsabilidade do governo chinês.

Existe já um agrupamento de escolas em São João da Madeira e um colégio privado em Lisboa – Colégio de São Tomás – que oferecem aulas de mandarim, mas para estudantes do segundo ciclo do ensino básico.

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Ricardo Farinha frequenta o curso de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Há já alguns anos que se deixou encantar pela Informação e Comunicação. Além de estar noutros núcleos escsianos, está envolvido em vários projetos jornalísticos, sobretudo na área da música.

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