Artes Visuais e Performativas

O museu da música mecânica

Fonte: https://images.app.goo.gl/nF2UV9FyZwWpHDuH9

Lisboa é, sem dúvida, um imenso poço cultural, onde todos os dias é possível visitar inúmeras exposições, teatros e ainda, passeando pelas ruas, disfrutar da beleza da arte urbana que rodeia a cidade.

Contudo, vivemos uma situação única este ano, o que, para alguns, torna difícil a exploração pela cidade que tanto tem para oferecer. Por isso mesmo e porque a cultura está em todo o lado, a ESCS Magazine apresenta aos seus leitores um tesouro escondido para lá da ponte: o Museu da Música Mecânica – que é possível encontrar na zona do Pinhal Novo, no concelho de Palmela.

Inaugurado a 4 de outubro de 2016, é um museu relativamente recente, mas com um conceito imperdível para todos aqueles que gostam de caixas de música. Aliás, é exatamente isso que o museu representa: Uma gigante caixa de música que é visível através do exterior do edifício.

Luís Cangueiro é a mente por detrás deste projeto que acarreta mais de 600 peças históricas. Datadas entre o final do século XVIII e a primeira metade do séc. XX, todas as peças são uma obra musical mecânica.

Fonte: https://images.app.goo.gl/J4BWUh8vGCD7PPsU8

A coleção é particular, contudo, está aberta ao público, com a missão de enriquecer a cultura musical de todos aqueles que visitem o museu. Para isso, existem diversas áreas de aprendizagem disponíveis: a área expositiva, que pode ser visitada pelo público; a área documental, onde se encontra armazenada uma extensa bibliografia e um auditório, juntamente com uma sala multiusos, que podem ser requisitados para acolher congressos, projetos externos, workshops e outros eventos culturais.

Para além de tentar promover a cultura através das visitas e dos vários projetos de interesse público, o museu oferece ainda, dadas as circunstâncias em que vivemos, uma plataforma onde é possível visitar o museu a partir de casa: 

https://museudamusicamecanica.com/visita-virtual/

Fonte: https://images.app.goo.gl/KnhP8fm9mTqEuF1n7

Artigo revisto por: Ana Rita Sebastião

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