Música

O que esperar dos Muse no NOS Alive?

Neutron Star Collision e uns tons de cor-de-rosa misturados com imagens de uma das sagas mais bipolares ao nível de críticas nos últimos anos. O que correu pelos ouvidos de muitos rapidamente se tornou numa das piores (melhores?, se falarmos de projecção mundial) apostas da banda britânica. Estamos aqui para falar do que esperar dos Muse no NOS Alive 2015 e, certo é, estará longe do tema vampiresco.

Os Muse que se apresentarão no Passeio Marítimo de Algés no próximo ano estarão renovados. Não faltarão, com toda a certeza, as ‘guitarradas’ épicas de Matt, as variações de escalas e os tão apaixonantes clássicos. Os Muse de 2015 serão, e como os próprios têm vindo a fazer questão de afirmar, uns Muse mais próximos do passado.

A inovação, variação de ritmos e estilos chega a todos. É impossível evitá-las ao longo de décadas consecutivas e os rockeiros de Devon não foram excepção. No entanto, e porque não sei quê a bom porto regressa, prometem, já com o novo álbum — aquele que será lançado nos primeiros meses do ano — satisfazer todos aqueles que há muito aguardam ansiosamente pelos autores de Origin of Symmetry ou Absolution.

Mais Rock, menos Pop. Sobretudo, menos pop mainstream, aquele que agora (ou melhor, até ao início da verdadeira loucura pela música electrónica — que felizmente ainda não chegou ao palco do Alive) se ouve de porta em porta. Porque Muse é uma marca e uma das maiores da actualidade. Há todo um historial de registos e com eles foram surgindo fãs, pequenos e graúdos, que agora serão ressuscitados. É uma espécie de regresso às origens, à banda que deixou todos apaixonados; aos anos em que se aprendeu cada estrofe de Starlight.

Não me interpretem mal… Madness ou Panic Station são grandes temas — daqueles que gostamos de ouvir de quando em quando. Não se faz deles, só deles, contudo, o ADN de Muse. E por isso, já na próxima edição do NOS Alive devemos preparar-nos para um entrelaçamento de clássicos com poucas excepções dos tempos mais recentes e, claro, (muita) música nova. Afinal, é esse o propósito que os fará regressar aos palcos.

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