• Atualidade

    FENPROF vai exigir pagamento do trabalho extraordinário com provas de aferição

    Os sindicatos irão disponibilizar minutas para que os professores possam requerer o pagamento do trabalho extra nas provas de aferição do 2.º ano. A Federação Nacional dos Professores (FENPROF), em declarações nesta terça-feira, constatou que os meios direcionados para a realização das provas de aferição do 2.º ano de escolaridade apresentam uma “sobrecarga para os docentes” e que deve ser reclamado o pagamento do trabalho extraordinário. As minutas disponibilizadas pelos sindicados da FENPROF irão servir para facilitar o requerimento do pagamento referente ao trabalho que seja realizado para além da atividade programada. Em comunicado, a FENPROF lamenta que o processo de aferição implementado seja “uma encenação que causa perturbação nas…

  • Informação

    Politécnicos formam melhor professores

    O estudo “Instituições de Formação e Classificação dos Docentes da Educação Pré-Escolar e Ensino Básico e Secundário” chegou à conclusão de que professores formados em institutos politécnicos tiveram melhores médias do que os formados em universidades. De entre 125 mil docentes que, no ano letivo de 2012/2013, leccionavam em escolas públicas portuguesas, a maior parte foi formada em escolas públicas. Coordenado pelas investigadoras Sílvia de Almeida e Teresa Teixeira Lopo, da Universidade Nova de Lisboa, o estudo revela que os resultados dos politécnicos são sempre melhores. A formação inicial dos professores foi também um ponto em análise: “No plano de estudos existe uma separação entre os currículos dos institutos politécnicos…

  • Informação

    Professores faltam às provas de inglês

    Mais de metade dos 40 professores da área de Lisboa que foram ontem chamados para participar numa acção de formação sobre o novo teste de Inglês do 9º ano não compareceu, revelou o secretário-geral do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), António Avelãs. Estas acções, que se iniciaram na semana passada, são promovidas pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) em conjunto com a Universidade de Cambridge. Incluem uma prova para avaliar a eficiência da correcção linguística dos docentes e só os que a realizarem e forem certificados vão poder classificar o teste de Inglês do 9.º ano, elaborado pela mesma universidade inglesa. O levantamento das faltas às 36 acções…

  • Informação

    Professores faltam às provas de inglês

    Mais de metade dos 40 professores da área de Lisboa que foram ontem chamados para participar numa acção de formação sobre o novo teste de Inglês do 9º ano não compareceu, revelou o secretário-geral do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), António Avelãs. Estas acções, que se iniciaram na semana passada, são promovidas pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) em conjunto com a Universidade de Cambridge. Incluem uma prova para avaliar a eficiência da correcção linguística dos docentes e só os que a realizarem e forem certificados vão poder classificar o teste de Inglês do 9.º ano, elaborado pela mesma universidade inglesa. O levantamento das faltas às 36 acções…

  • Informação

    Professores contra “norma travão”

    No passado sábado, em Lisboa, as vozes dos professores fizeram-se soar contra a “norma travão”, anunciando que vão avançar com uma acção judicial conjunta já na próxima semana. A luta continua e os professores contratados manifestaram-se dia 14 de março, junto do Ministério da Educação, em Lisboa, contra a “norma travão”, o sistema de vinculação anunciado pelo respetivo Ministério. A “norma travão” foi anunciada no passado mês de fevereiro e visa atingir 1.453 professores, já na primeira fase a ser aplicada. Esta consiste em vincular a entrada para os Quadros da Zona Pedagógica aos professores que assinaram 5 contratos anuais sucessivos no mesmo grupo de recrutamento. Contudo, esta medida não…

  • Opinião

    Triplo Salto

    Há dias li um artigo em que era dito que os professores de Educação Física estavam descontentes com o desinvestimento na disciplina em prol de outras como a Matemática ou o Português. O Governo retirou 30 minutos de carga horária semanal de Educação Física (de 180 minutos passou-se para 150) e a disciplina não conta para a média. Não sei exactamente quando é que estas medidas entraram em vigor (se calhar, o facto de não ter ido procurar é causado pelo sedentarismo), mas são as que causam mais revolta. Eu consigo perceber a indignação dos professores. Talvez se tivéssemos mais horas de Educação Física conseguíssemos correr com a crise e…