7 lugares instagramáveis em Lisboa

Lisboa é um lugar turístico, e não só por causa da Praça do Comércio, do Castelo de São Jorge e da Torre de Belém. O charme que atrai milhões de visitantes por ano encontra-se em cada escadinha ou beco. Por vezes, na correria do dia a dia, esquecemo-nos de prestar atenção a estes detalhes. Mas agora, com o clima a ficar mais quente e o céu a ficar ainda mais azul do que o habitual, a ideia de desbravar a capital pode tornar-se no plano a seguir. Vê os lugares que selecionámos para visitar, fotografar e, é claro, instagramar.

foto por Michelle Coelho

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Rua da Bica

Os elétricos são, sem dúvida, uma das marcas registadas de Lisboa. Ao andar pela Baixa e pelo Rossio, podes ver o quanto os visitantes ficam maravilhados. E não é diferente em relação ao Elevador da Bica, o centro das atenções de uma pequena e íngreme rua, na qual todos querem uma foto. De facto, em 2017, os utilizadores de vários sites norte-americanos elegeram a Rua da Bica como a rua mais bonita do mundo.

Uma das coisas que mais me encantou sobre o local foi o facto de a estreita rua preservar muitas das suas peculiaridades. Air B&bs convivem com residências ocupadas há décadas pelas mesmas famílias. Há conversas entre moradores e donos de restaurantes – cada um fala a partir da sua janela e mostram que aquele é mais do que um espaço turístico e uma vizinhança.

foto por Michelle Coelho

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Escadinhas de São Cristóvão

Numa longa fachada de um edifício na Rua da Madalena está um arco quase que escondido. A primeira placa que se vê é da indicação de que seguir por ali é um dos caminhos possíveis para chegar ao Castelo de São Jorge. O que me interessou mais nesta visita, no entanto, foram as Escadinhas de São Cristóvão em si. Como ignorar?

Por uma das suas paredes estende-se uma longa ode ao Fado, que nasceu em São Cristóvão e é até hoje a alma desta vizinhança. Feito por Nuno Saraiva, é um tributo aos fadistas Fernando Maurício, Severa e Padre Edgar. Também foram representados os moradores, a conversar a partir das suas janelas, beber e escutar uma boa música.

foto por Michelle Coelho

Miradouro de Santa Luzia, Largo das Portas do Sol e Lisbon Story Arc.

A partir do Miradouro de Santa Luzia e do Largo das Portas do Sol, é possível observar o Tejo, os vários telhados alaranjados e as paredes brancas de Alfama, bem como a Igreja de São Estêvão e a Igreja de São Miguel. No coração deste antigo bairro, ainda é evidente a beleza desta cidade e a sua energia.

Entre colunas, flores e painéis de azulejos, os turistas sentam-se para apreciar aquele que é um dos mais bonitos retratos de Lisboa. Ah, e para fazer muitas poses, é claro! A partir do Elevador de Santa Luzia, podes descer e caminhar para a beira do rio.

foto por Michelle Coelho

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O nosso passeio seguiu, porém, para um pouco mais acima, até ao Largo das Portas do Sol. Muitos, hoje em dia, conhecem o etéreo restaurante ali localizado, no qual se pode ver o encantador e aconchegante pôr do sol. Para além da excelente vista, recomendo o Lisbon Story Arc: mais um mural de Nuno de Saraiva, mas desta vez conta a história lisboeta com muito humor, com recurso a bandas desenhadas.

foto por Michelle Coelho

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Pink Street

A Pink Street, nome que adotou em 2013 quando ganhou a chamativa cor, é um dos centros da night life lisboeta. Apesar de não ser (por esse mesmo motivo) de unânime agrado junto dos moradores, o facto é que esta rua pedonal e os seus peculiares bares e restaurantes são uma galeria a céu aberto.

O colorido do chão, dos edifícios e das fachadas do comércio atraem, tanto de dia como de noite, várias pessoas. É um dos locais que não só é de paragem obrigatória como também merece uma foto para publicar nas tuas redes sociais.

foto por Michelle Coelho

Livraria Ler Devagar

Como tudo no Lx Factory, a Livraria Ler Devagar exalta a imaginação. O ambiente combina o ar de galpão do edifício, que foi remodelado, com as diferentes cores e formas de arte – as altas paredes estão preenchidas com milhares de livros e as esculturas parecem sobrevoar a livraria.

Toda a livraria parece convidar os visitantes não só a entrar como também a sentar-se, trabalhar, conversar e aproveitar a criatividade que o espaço emana.

Artigo revisto por Sara Tomé

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