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Conheçam “Wild World” dos Bastille

Depois de três anos a aguardar ansiosamente um novo álbum dos Bastille, cá está ele! “Wild World” foi lançado a 9 de setembro e promete continuar bem presente nas nossas playlists. Merecedor das críticas positivas de que está a ser alvo, é impossível não “devorar” o álbum à medida que o vamos ouvindo, em loop.

Desde 2010 que esta banda tem vindo a marcar a sua presença positiva no mundo da música. Ao todo, já lançaram dois álbuns, e, num estilo alternativo – indie, pop e rock -, contam histórias, passam mensagens, impactam os ouvintes e derretem corações. Já há algum tempo que os fãs se perguntavam quando é que os Bastille lançariam um novo álbum e, agora que o fizeram, estão realmente de parabéns.

De forma a promover e aumentar a ânsia dos ouvintes, a banda foi divulgando vários temas antes do lançamento oficial de “Wild World”. Em várias entrevistas que deram antes de dia 9, o vocalista Dan afirmou que o grupo não pretendia ser repetitivo em relação ao primeiro álbum (“Bad Blood”), mas que o objetivo também não era reinventar o seu estilo musical, ou seja, pretendiam evoluir, mantendo a sua essência.

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Ao todo, “Wild World” conta com 14 temas originais. O tema mais conhecido, e o preferido de muitos – Good Grief -, fala essencialmente sobre o luto e a saudade originada pelo primeiro. Porém, a banda tem uma forma muito peculiar de falar sobre este tópico, visto que o aborda não de uma forma (normalmente esperada) triste e calma, mas sim como se tratasse de um assunto alegre.

Outra música que se destaca é An Act of Kindness, que, tal como diz o próprio título, é um tema que explica os efeitos de um ato de bondade. Four Walls é um comentário que a banda faz à pena de morte, e Warmth explica o título atribuído ao álbum, fazendo uma crítica à sociedade em que vivemos, apelidando o nosso mundo de “louco”.

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Até poderia destacar todas, ou a maior parte das músicas, pois é realmente um álbum muito rico em todos os aspetos. Todos os temas criam uma conexão com este objetivo dos Bastille de expor as suas ideias e marcar-nos com estas questões sobre a raça humana, pelo que é quase impossível não sentirmos algum tipo de ligação com o que ouvimos.

Para quem ainda não o ouviu, aconselho!

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