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Streaming? Não me chega!

Instalei o Spotify no dia exato em que ficou disponível em Portugal. Uma forma de ouvir milhões de músicas à borla, sem ter de encher o computador de ficheiros que só me apetecia ouvir uma vez por festa? Sim, por favor!

Quando comecei a falar desta plataforma, muita gente me dizia “ai, que bom, assim não vais precisar de comprar álbuns nem de andar a fazer downloads para poderes ouvir”… hmm… pois… errado!

Se há coisa que o Spotify não fez foi diminuir a minha vontade de comprar álbuns. Muito pelo contrário: eu tenho cada vez mais vontade de chegar às lojas e comprar dezenas de CDs! Não estou a exagerar.

A melhor coisa que o Spotify me deu foi a possibilidade de ficar a conhecer discografias de muitos artistas e, com isso, apaixonar-me por tantos álbuns que
dava para encher as prateleiras todas cá de casa e isto é problemático.

Antes do streaming eu não ouvia tantos álbuns completos. Fazia download dos trabalhos que sabia que iriam ser do meu agrado e ficava mais ou menos por aí. Às vezes, na loucura, apetecia-me descobrir um ou outro artista de forma mais detalhada mas estava sempre a pensar no espaço do computador. Uma chatice!

Depois veio o streaming e eu ouço tantos álbuns, apaixono-me por tanta música, que tenho de manter a cabeça muito fria nas lojas porque me apetece comprar os álbuns todos pelos quais me apaixonei. É que é muito bonito ouvi-los online mas nada paga a sensação de ouvir um CD numa aparelhagem. Desculpem, nisto sou old school.

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