• Made In ESCS

    Ser relações públicas depois da ESCS

      No âmbito da celebração do quinto aniversário da ESCS MAGAZINE, os alunos de Relações Públicas foram presenteados com a palestra Ser Relações Públicas- Expetativa/Realidade, com os oradores Diogo João e Nádia Pereira, no passado dia 18 de abril. De forma muito intimista, estes dois antigos alunos da Escola Superior de Comunicação Social partilharam com os futuros profissionais as suas experiências e algumas dicas muito úteis! Nádia Pereira trabalha atualmente na Born, uma agência de publicidade, tendo já passado pela TVI, onde estagiou enquanto assistente de Relações Públicas, e pela Porter Novelli, na área de assessoria. Na ESCS, envolveu-se em muitos projetos, como o E2, a Tuna e a Associação de…

  • Capital,  Secções

    A violência contra a mulher não é um mundo que a gente quer

    Numa marcha coordenada por 16 organizações, entre elas a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta), APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), ILGA (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero), Capazes Associação Feminista, e Por Todas Nós, centenas de pessoas saíram ontem à rua para dar voz a esta causa. “Já nem devíamos estar a lutar por isto neste momento”, disseram Marta Valente e Liliana Mota, representantes do PAN (Pessoas-Animais- Natureza) que explicaram que lutam por todas as minorias e que a questão da violência é uma questão de género. Perto das 18h30 já cerca de trezentas pessoas se juntavam na Praça do Comércio à volta de faixas onde se…

  • Opinião,  Secções

    É sempre tempo de (não) mudar

    Pensaste tudo o que tinhas a pensar. Equacionaste todos os teus movimentos, todo o teu futuro. Ele chegou. E agora descobres que já não te faz sentido, recusas essa tua projeção cuidada e polida em detrimento da realidade, esse traiçoeiro e incoerente aglomerado de incerteza. Voltas a pensar, desta vez a olhar para o chão e não para trás; percebes como as circunstâncias mudaram, como tu mudaste. As tuas cartas já não dão o mesmo jogo, e está tudo bem. Não fazeres nada também é uma escolha, difícil por sinal. Importante. Imprescindível. A consciencialização de que às vezes é preciso não fazer nada, não trocar o bem de agora pelo…

  • Opinião,  Secções

    Egocentrismo amoroso

    Não quero ter filhos. O próprio conceito de paternidade assusta-me tremendamente: o fardo de ter de moldar o futuro de um recém-nascido, o dispêndio temporal e a subsequente destruição dos meus (ou nossos, dependendo do grau de divórcio) tempos livres e a pressão social intrinsecamente relacionada com os comentariozinhos do tipo “se ele fosse o meu filho, eu…”. Que dor de cabeça! Já tenho doenças mentais que cheguem! A minha ansiedade patológica ia gritar por piedade. Para dizer a verdade, é mais egoísmo do que outra coisa. Adoro estar sozinho. Não no sentido de me sentir só, mas no de ter o meu espaço, o meu silêncio. Todas as relações…