• Artes Visuais e Performativas,  Secções

    Diálogo Ping Pong – ChinAware

    A China é uma das maiores potências mundiais. Achamos que já sabemos tudo, ou quase tudo, sobre este país, que se impregnou no nosso dia a dia, na cultura ocidental e na nossa economia. Sim, “impregnar” porque, infelizmente, julgamos o “Made in China”. Julgamos a produção em massa, os “estranhos” costumes, os olhos em bico, os Rs que se tornam Ls. Julgamos incorretamente sabendo pouco ou nada. No entanto há quem não esqueça os inúmeros contributos da cultura chinesa, que residem, mais do que no presente, no passado. Assim como um dragão que passou no Museu do Oriente, BrunoMMCarvalho deixa a ouro branco ChinAware (Design de porcelana na China Comtemporânea)…

  • Made In ESCS,  Secções

    Lanceiros livres no mundo dos media

    Corria o ano de 1820 quando Sir Walter Scott mencionou, pela primeira vez, no seu livro Ivanhoé, a palavra freelance. Mal imaginava ele que o vocábulo que denominava os cavaleiros medievais pertencentes ao exército dos nobres que oferecessem uma quantia mais elevada pelos seus serviços serviria, séculos depois, para intitular pessoas bastante distintas daquelas que descrevera. “Trabalhar para nós próprios é a melhor coisa que pode acontecer”, afirmou Vasco Durão, um dos três oradores do debate Freelancer no Mundo da Comunicação, realizado no foyer do piso -1 da Escola Superior de Comunicação Social (ESCS). Licenciado em Sociologia e Mestre em História de Portugal (do Séc. XX), pela Faculdade de Ciências…

  • Artes Visuais e Performativas,  Secções

    Pupuce: «Gostamos muito que seja manual e não de fábrica, senão perde o cunho pessoal»

    Design e ilustração com tempo e por amor: é esta a base da Pupuce, uma marca criada por Constança Marie e João Margarido há cerca de um ano. Os criadores – formados em Escultura e Design de Produto – são de Lisboa e estudam nas Caldas da Rainha, levando o projeto a ambos os locais. Sendo uma marca em crescimento, Pupuce apresenta-se através de diferentes materiais, mas sempre com o mesmo princípio: levar a arte às pessoas e fazer com que sintam algo. Andreia Filipa (AF): De onde surgiu o nome Pupuce? Constança Marie (CM): A mãe dele é francesa e, como casal, ele tratava-me, muitas vezes, por pupuce. João…

  • Opinião

    Um livro julga-se pela capa

    Sabem quando vão a uma livraria e há uma ou duas estantes repletas de obras com um design de capa absolutamente excêntrico, estrambólico e excruciante? Aqueles livros cor-de-rosa com um estilo de letra comic sans, quase a virar para a tipografia usada nas promoções nas bancas de fruta do Continente, e com uma imagem apaixonada de um beijo ou de outra qualquer demonstração de afecto absolutamente esterilizada? Ou até aqueles pretos, estilo gótico, com um macho misterioso encapuçado ou com uma fêmea voluptuosa seminua ornamentada com uma armadura medieval? Ou mesmo os livros brancos, mais leves, com um estilo de letra mais caseirinho, mais suave, mais angelical, sempre com um…

  • Sem Categoria

    Regresso às Origens

    Não se pode dizer que este seja um ex-escsiano. Afinal, ele nunca deixou de ser escsiano, nem nunca perdeu o seu amor a esta escola e, por obra do destino ou uma simples coincidência, de aluno passou mais tarde a professor. Atualmente trabalha no Gabcom da ESCS, que o acolheu em 2002.   Um homem de paixões “O Marcos Melo é um rapaz de 30 anos, mas que não se sente como tendo 30 anos.”, afirmou Marcos, revelando a dificuldade que temos em “olharmos para nós próprios”. Natural de Sintra, Marcos tem uma paixão pelo desenho que o fez seguir Artes antes de chegar à ESCS. Em criança passava imenso…

  • Sem Categoria

    A Música: Uma Paixão… e a Inspiração para um Projecto Inovador

                “O Música para os Meus Olhos é um projecto que junta duas coisas de que eu gosto muito, que são a música – que é um dos meus maiores prazeres, tocar e ouvir – e o design, ou criação de imagem”.             É assim que Joana Rodrigues nos apresenta o seu projecto. Aquilo que começou como apenas um escape criativo depois do trabalho, depressa evoluiu para um projecto concretizado, em crescimento e reconhecido não apenas por amigos e familiares, mas também por artistas, bandas, jornais e cada vez mais pessoas nas redes sociais.             Tem tudo para dar certo, vindo de uma pessoa que tem como nome do meio…