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    Politécnicos preparados para ajudar a desenvolver e transferir tecnologia nas suas regiões

    De acordo com Joaquim Mourato, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), os politécnicos já se encontram preparados para dar início a projetos de investigação aplicada, em articulação com as empresas e autarquias das suas regiões, já a partir deste verão, como foi proposto na semana passada pelo Ministério Da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. A proposta do ministério, inserida no Programa de Modernização e Valorização deste sector, consiste na criação de projectos de curta duração que envolvam professores, investigadores e alunos dos institutos no desenvolvimento de soluções que sirvam às empresas e às comunidades em que estas se inserem. Joaquim Mourato, em declarações prestadas ao Diário de…

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    Estágios melhoram níveis de empregabilidade

    Um estudo divulgado pela Universidade de Aveiro (UA) afirma que os cursos com estágios profissionais dão mais empregabilidade ao licenciados. Os estágios curriculares e o seu impacto na empregabilidade dos licenciados é o título do estudo. Foram analisadas 1158 licenciaturas, 48% das quais incluíam estágio. Esta opção “tende a reduzir as taxas de desemprego dos licenciados em cerca de 15%”. Os estágios que atravessam toda a licenciatura e não apenas o final desta têm melhores resultados. Os alunos e a instituição apercebem-se do que as empresas procuram e adaptam o seu estudo/currículo. Os alunos ganham também experiência na sua área que complementa o conhecimento teórico da faculdade ou politécnico. Gonçalo…

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    Politécnicos formam melhor professores

    O estudo “Instituições de Formação e Classificação dos Docentes da Educação Pré-Escolar e Ensino Básico e Secundário” chegou à conclusão de que professores formados em institutos politécnicos tiveram melhores médias do que os formados em universidades. De entre 125 mil docentes que, no ano letivo de 2012/2013, leccionavam em escolas públicas portuguesas, a maior parte foi formada em escolas públicas. Coordenado pelas investigadoras Sílvia de Almeida e Teresa Teixeira Lopo, da Universidade Nova de Lisboa, o estudo revela que os resultados dos politécnicos são sempre melhores. A formação inicial dos professores foi também um ponto em análise: “No plano de estudos existe uma separação entre os currículos dos institutos politécnicos…

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    Taxa de desemprego é superior nos politécnicos

    As diferenças entre os diplomados pelos institutos politécnicos e os licenciados saídos das universidades continuam a aumentar. Desta vez, a taxa de desemprego é a principal razão, revelando ser mais elevada nos diplomados provenientes de politécnicos. O sistema do ensino politécnico foi criado com o intuito de oferecer formações superiores profissionalizantes e, desta forma, agilizar o processo de diplomados para o mercado de trabalho. No entanto, a realidade apresenta dados contraditórios, sendo os licenciados dos politécnicos os mais afectados pelo desemprego. Factores como o estigma sobre a qualidade dos cursos politécnicos e o desajuste entre a formação e as necessidades do mercado de trabalho, como Joaquim Sande Silva, professor do…

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    Politécnicos de Lisboa, Coimbra e Porto fora do conselho coordenador

    Os três politécnicos decidiram sair do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP). A razão que motivou a saída passa pela avaliação negativa que fazem ao novo modelo de acesso aos politécnicos. Esta decisão, segundo os dirigentes dos institutos, pode não ser definitiva. Classificado como “facilitismo”, o novo modelo que o CCISP apresentou ao parlamento pretende permitir o acesso ao ensino superior politécnico sem utilizar as notas dos exames nacionais. Este modelo prevê que os alunos se candidatem a este subsistema de ensino utilizando apenas a nota final que obtêm nas disciplinas consideradas de ingresso. Na carta conjunta assinada pelos três maiores institutos nacionais, pode ler-se que os politécnicos “consideram…

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    Politécnicos sem provas de ingresso?

    Os exames nacionais poderão deixar de contar para o ingresso nos Institutos Politécnicos. Esta medida, apresentada na semana passada ao Governo, visa a alteração das regras em vigor para este tipo de ensino, mantendo inalterada a situação das universidades. A média do secundário passaria a ser o critério determinante. Segundo a proposta, a realização de exames nacionais continua a ser obrigatória mas apenas para completar o secundário. Isto serve para permitir aos alunos que não conseguem a nota mínima de 9,5 no exame mas que têm positiva na disciplina o prosseguimento dos estudos no ensino superior. Os que mais beneficiam com esta proposta são os alunos que pertendem ingressar nas…